Mania de Entender

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Um pouco de História



Foi um grande professor que me revelou estas sábias palavras: A História é um espelho retrovisor por onde olhamos nossos erros e acertos de maneira a termos condições de conduzir melhor a vida.
Certa vez, em minhas navegações virtuais, me deparei com um blog muito interessante de um jornalista chamado Alberto Marques (http://pedacosdanossahistoria.blogspot.com). É um sítio que chama a atenção principalmente daqueles que moram na Baixada Fluminense no Rio de Janeiro.
Com a devida autorização, aqui reproduzo o resultado de uma pesquisa realizada pelo professor Guilherme Perez, do Instituto de Pesquisas Aplicadas da História da Baixada - IPAHB - com sede em São João de Meriti. Trata-se de uma maravilhosa postagem que nos revela um pouco do que era ser escravo em tempos de outrora.

Sirva-se à vontade!!

Memórias de um ex-escravo reprodutor em Magé

João Antônio Guaraciaba nasceu no dia 20 de setembro de 1850. Preto, alto, forte, viveu grande parte de sua vida em Magé, Estado do Rio de Janeiro, onde morreu velho, enrugado e de carapinha branca com seus bem vividos 126 anos. Gostava de andar, mas seus passos ficaram lentos denunciando o peso da idade, o reumatismo e as “oito picadas de cobras que levou na perna direita, de tanto viver nos matos”, apesar de “lúcido e ainda enxergando bem para longe e sem sofrer de surdez”. Filho de mãe angolana que o teve aos quinze anos, e o Barão de Guaraciaba “um mestiço fazendeiro comprador de escravos negros na África onde conheceu sua mãe Angelina, então negra forte e bonita”. Depois de engravidá-la, prometeu buscá-los em outra viagem, trazendo-os assim para o Brasil num veleiro negreiro. João tinha apenas quatro anos de idade. Registrado em Magé, onde “tirou certidão com testemunha e tudo”, como filho do barão e Angelina Maria Rita da Conceição (nome cristão), “por que naquele tempo não tinha disso não, a data do nascimento passava de boca em boca, de parente para parente”.
Quando foi para Mauá, então Guia de Pacobaíba freguesia de Magé, João tinha 17 anos, levado pela mão de Irineu Evangelista de Souza, o Barão de Mauá “para tirar (procriar) raça de crioulo escravo para o Imperador, que conheceu aquele preto forte na fazenda do Barão de Guaraciaba, onde passou uns tempos e pensou até que ele era escravo. Chegou a querer comprá-lo, mas o pai disse que não vendia, por que João era seu filho”. Ao chegar a Pacobaíba, na barca do Barão de Mauá aquele negro de “mãos de dedos longos, braços fortes, capaz de segurar com força as mulatas e crioulas da fazenda”, viu pela primeira vez “o trem vomitando fogo e fumaça” e apesar de não ter sido escravo, “trabalhou no porto onde os barcos veleiros atracavam”. Viu diversas vezes o Imperador desembarcar no cais de Pacobaíba e pegar o trem para Raiz da Serra onde embarcava na charrete até Petrópolis. “Era um homem sempre com o rosto limpo e bem tratado”. Ficou em Pacobaíba fazendo alguns serviços para o Barão até “despois que apanhei idade é que fui escolhido para tirar raça. Na minha fazenda só tinha eu de reprodutor”. Segundo suas próprias palavras, ele só foi levado para as fazendas de Petrópolis e Correias com 23 anos de idade quando assumiu sua nova “obrigação”.
Guaraciaba afirmou que deixou mais de 300 filhos: 100 para D. Pedro II e 200 para o Barão de Mauá, fora os que teve com as mulheres da fazenda de seu pai em Campos, ainda adolescente. “Ficou nessa vida de reprodutor deitando com duas, três, quatro mulheres por dia nas senzalas em que o Barão e o Imperador mandavam até os 38 anos, quando a Princesa Izabel aboliu a escravidão” A história registra que quando João nasceu em 1850, a Lei Eusébio de Queiroz confirmava a Lei de 1831extinguindo o tráfego de escravos, punindo com penas severas os infratores. Seguiu-se a Lei dos sexagenários de 1855. A Lei de 1869 libertando os servos que fossem para a guerra do Paraguai. A Lei do Ventre Livre de 1871, e finalmente a Lei da Abolição de 1888. João se lembrava que depois que surgiu a Lei do Ventre Livre, todos continuaram escravos, “agregados às fazendas sem outro ganho que não a casa e comida simples”. Foi escolhido para ser reprodutor por que “era preto de Angola”. Os senhores queriam pessoas bem fortes para esse serviço. “Se nhô quer saber: nas fazendas que eu ficava aquelas que não panhavam prenhez comigo eram vendidas para outros fazendeiros. Os donos tinham muito interesse em mulher que reproduzisse, pra ter mão-de-obra barata, pra trabalhar a cana, o café e a mandioca”.
Achava a “atividade” legal por que “era premitido”. Ele gozava de regalias que o resto da negrada não tinha. “Jamais entrou no chicote, nem foi açoitado no tronco ou acorrentado. Nunca levou bolo de palmatória ou teve pés e mãos amarradas no instrumento de tortura chamado “vira mundo”, onde muito escravo morreu. Às vezes morriam com gangrena, de tanto esfregarem os braços nas correntes para se soltarem cortando a carne que infeccionava”. Com ele foi diferente, embora trabalhasse com os escravos do Imperador, ajudando na lavoura quando podia, tanto que era aposentado pelo Funrural e recebia mensalmente por um banco de Magé Cr$ 300,00. “É muito pouco” dizia ele “não dá pra viver não. Se não fosse os amigos não sei o que seria”. João também lembrava das canções cantadas no eito pelos escravos. Trocando branco por baranco ou furta por fruta, cantava o “Lundu do Pai João” que falava de justiça: “Baranco dize: preto fruta / preto fruta com razão; / Sinhô baranco quando fruta / quando panha casião; ./ O preto fruta farinha / fruta saco de feijão; / Sinhô branco quando fruta / fruta prata e patacão; / Nego preto quando fruta / vai pará na correção. / Sinhô baranco quando fruta / logo sai sinhô barão”.Ele era o único na fazenda que não pagava no pesado. Boa alimentação e descanso, quando nas senzalas as escravas já o esperavam. “Era uma de cada vez na cama”. João sorri mostrando seus dois únicos dentes amarelos. “De vinte que entravam, quinze pegavam filho”. Quando seu pai o entregou ao Imperador, sabia que ele iria ser “cobridor de mucamas”.
Sua descendência se espalha pela Baixada e na Serra, incluindo parentes do Barão de Guaraciaba, “mas quase não vejo”. Antigamente subia a serra até Petrópolis de trem, mas desde que o Presidente Castelo Branco extinguiu a ferrovia Mauá-Petrópolis por ser antieconômico, raramente ia de ônibus.
“Companheiro do Aleixo, no mundo acho no mundo deixo” dizia ele repetindo um ditado popular de seu tempo. Mesmo numa época em que a Igreja vigiava o comportamento sexual das pessoas, muita negra teve filho de senhores e muita senhora amaldiçoou seu marido. Gostou de algumas escravas, mas como lembrar do “jeito” delas se o tempo passou. Muitas já morreram. O que sabe é que tem filhos espalhados “pela aí” de setenta, oitenta anos e que seus traços estão no olhar e no requebro de alguma mulata de hoje, nos ombros largos e nariz afilado de algum crioulo descendente afastado de alguns de seus trezentos filhos. Naquele tempo, não bebia nem fumava “pra não estragar o corpo”. Gostava de festas: São João, São Pedro, Santo Antônio, São Jorge, São Marcos, e São Sebastião. Gostava de ver capoeiras darem os botes. Cantava e pulava até de Madrugada. Gelados nem pensar, tiram a potência do homem. “Esses gelados pareceu depois da Abolição, não servem pra nada. Só pegou no Brasil por que faz muito calor e o pessoal gosta de refrescar, mas eu conselho a juventude evitar gelados, sorvetes”.
Negro João fica meditando quando é indagado sobre quilombos. Fala sobre o da Vila de Marcos da Costa e o da serra de Santa Catarina, perto de Petrópolis.
E os capitães do mato iam lá ?
- Iam o que sinhô, então eles eram bestas? Eles se escondiam em barrancos, faziam emboscadas para as tropas, espalhavam armadilhas onde elas caiam.
O preto velho que comandava o quilombo Marcos da Costa, mesmo doente de cama dava ordens: “vai catar o milho, vai cuidar dos porcos. Eles tinham de tudo, campos de gado, plantação de milho”. João conheceu muito crioulo que fugiu para esse quilombo “onde tinha um santo que veio da África e era o padroeiro do lugar, foi trazido pela fazendeira D. Inês, da Fazenda da Glória”. Cansados de verem tanta “malvadeza dos brancos” com seus irmãos de cor, a ponto de preferirem suicidar-se a continuarem escravos, a fuga era uma forma de se libertarem. Em Pacobaíba viu chegar muitos negros e muita negra mina natural de Angola. Uns destinados às fazendas, outros eram anunciados no “Jornal do Comércio” do Rio de Janeiro pelos agentes de escravos para serem vendidos em praça pública. Esse jornal publicava desde 1827 todo o movimento de navios com saída e chegada no porto. Compra, venda, aluguel e fuga de escravos, aconselhando que chamassem a polícia para capturá-lo e oferecendo recompensas a quem o levasse ao seu dono. João afirmava que escutou muita história de negros jogados no mar durante a travessia da África para o Brasil, “pelos comandantes que não queriam ser apanhados em flagrante fazendo tráfico de escravos. Abriam o porão e pronto, todos os escravos morriam afogados ou eram comidos pelos tubarões”.
Os velhos falavam que era assim, coisa de gente muito ruim
“Diz o preto reprodutor que nunca leu jornal, nem no Império nem agora, pois é analfabeto”
“Guaraciaba ainda se lembra que a fazenda de Pedro II era ali em Mauá, perto do lugar conhecido por Ipiranga dos Remédios. Naquele tempo era católico, mas gostava de macumba. Hoje é Batista, vai aos cultos sábados e domingos”.
Faz algum tempo, trabalhava no transporte de bananas com uma carroça e uma égua de sua propriedade, depois, passou a emprestar o animal ao compadre carroceiro para continuar o serviço, “por culpa de um reumatismo, principalmente no inverno, quando as dores aumentam”. Sobre os “feitores de escravos”, nem gostava de relembrar. Falava sobre a maldade e tortura contra os negros, crianças, mulheres e homens, amarrados no tronco e açoitados. Outros feridos a bala pelos senhores que experimentavam armas ou exercitavam a pontaria.
- O pior fazendeiro que conheci foi Antônio Nicolino, um homão de quase três metros de altura que comprava 100 escravos de três em três anos. Com três anos de trabalho a negrada estava arrebentada de tanta surra. Aí ele mandava comprar aguarrás, fazia uma fogueira e matava aqueles mais fracos.
- Eles pagavam os réis (impostos), e eram donos dos negros. Mas Deus é justo e Nicolino morreu pobrezinho e ninguém chorou (aí Guaraciaba fala sorrindo) por que todo mundo odiava ele.
Nesse tempo João era rapazinho e esses crimes foram testemunhados na Fazenda do Morro Seco, em Vassouras, propriedade de Nicolino.
- Tinha escravo que também era capataz e se juntava com os brancos para bater nos pretos, cercavam a negrada na mata e mandavam bala. Nhô não sabe, mais tinha fazendeiro que se desconfiasse que algum escravo roubou, matava, que era pru mode de não panhar costume.
O velho Guaraciaba está cansado de falar e pára para tomar o café, servido na casa dos compadres onde concedeu essa entrevista. Bebe de um só gole e estala a língua. Perguntado se nunca teve mulheres firmes com quem viveu, diz que sim, a Maria Olina, a Maria Madalena e a Olícia Maria do Carmo, esta com quem, teve uma filha agora com 33 anos, Laura, que mora em Nova Iguaçu, casada com um comerciante português.
“Os moradores de Mauá sabem de sua última mulher, Maria Olícia, que ele diz ser a mãe de Laura, morreu há três anos, com 50 anos. Aí o velho ficou mesmo só, dando suas caminhadas, mas ainda com vontade de caçar negas por aí”.
Acordava de manhãzinha com o cantar dos galos e dormia às oito da noite. Só sabia das horas orientando pelo sol. Não tinha relógio. Perguntado se gostaria de conhecer Angola, país onde nasceu, disse que “gostaria, mas só se fosse de navio”, pois “acho bonito o mar”. São quatro horas da tarde e o velho Guaraciaba quer ir embora pra casa, “hoje não foi almoçar com seus outros companheiros crentes, comeu arroz, feijão e peixe aqui mesmo na casa do compadre Jorge Carroceiro. Quer ir descansar”. Aceita uma carona. Está chovendo e a tarde vai antecipando a noite. Indica a estreita estrada de barro rasgada no mato, que João conhece bem, levando a um pequeno barraco de estuque com quintalzinho nos fundos, onde uma bananeira ao lado da porta tomba com o peso do cacho. Ao saltar do carro gemeu, ao botar a perna direita das oito picadas de cobras e pisar no chão com lama que agarra nos sapatos. Casebre acolhedor, mas que ele desejava melhor, pois nem porta firme tem, embora não se preocupe com ladrões, não há ali nada para roubar.
“Ficaram de me dar uma casa, mas acho que estão esperando eu morrer, diz brincando com um sorriso, pitando seu cachimbo de barro deixando um cheiro de fumo no ar. Na sua pureza ainda acredita em almas do outro mundo, rezando muito para elas não aparecerem em sua vida, principalmente quando vai a Piabetá a pé, sozinho pela estrada, chegando lá ao anoitecer”.
Dentro do barraco somente uma velha cama com colchão de palha forrada com trapos e algumas panelas sobre um armário. Seus bens mais preciosos cabiam dentro de uma lata vazia de leite em pó. Ali eram guardados a certidão de nascimento e um folheto evangélico, nada mais. “Quando quiser escrever uma carta (e pretende pedir uma casa ao Governo), recorrerá à dona Maria e ao seu Miguel, os compadres crentes”.
- O senhor sabe o nome atual do Presidente da República?
- Não sinhô.
- Quais o que o senhor se lembra?
- O Hermes da Fonseca, o Floriano Peixoto.
“Para ele o mundo era ali. O radio da vizinha irradia ao longe o jogo Fluminense e Olaria transmitido do Maracanã. Um avião quadrimotor passa baixo em direção ao Galeão. Vem de longe também música no rádio, ouvindo-se Jards Macalé cantando “Hei Cantareira” de Jackson do Pandeiro”.
Ali, naquele fim de mundo “Guaraciaba não tem luz, gás, telefone, campainha, porteiros, síndicos, cobradores, talvez nunca tenha sido recenseado pelo IBGE, os Correios não sabem seu endereço. Mas dorme com canto de grilos nos matos, olhando as estrelas nos céus das noites limpas sem poluição”. Na chegada da noite chuvosa, despediu-se dos repórteres desejando boa viagem e perguntando se sabiam seguir pela estrada até Magé. Agradecidos, eles prometeram voltar para atender o seu pedido:
- Trais uns agasaios pra mim, viu? Aqui faz muito frio.

* POSFÁCIO
Reconstruí essa História seguindo as pegadas do repórter Luiz Carlos de Souza e o fotógrafo U. Dettmar do Rio de Janeiro, que numa manhã chuvosa de sábado, dia 7 de junho de 1975, chegaram à Guia de Pacobaíba, Mauá, Distrito de Magé, em busca de João Antônio Guaraciaba, ex-reprodutor de escravos, para ouvirem seu depoimento.
Publicado na mesma época em forma de reportagem, na revista “Livro de Cabeceira do Homem” pela Editora Civilização Brasileira, e hoje perdida na poeira do tempo, procurei reescrevê-la resumindo o extenso texto, numa tentativa de resgatar das cinzas do esquecimento, um pedaço vivo e cruel da escravidão, ressuscitado da memória desse interessante personagem, e integrando-o na Historia da Baixada Fluminense.
Guilherme Peres (Pesquisador e diretor do IPAHB - Instituto de Pesquisas Aplicadas e Histórias da Baixada Fluminense)

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Poema sobre a violência


Chamo-Te porque tudo está ainda no princípio
E suportar é o tempo mais comprido.
Peço-Te que venhas e me dês a liberdade,
Que um só dos teus olhares me purifique e acabe.
Há muitas coisas que eu não quero ver.
Peço-Te que sejas o presente.
Peço-Te que inundes tudo.
E que o teu reino antes do tempo venha.
E se derrame sobre a Terra

Em primavera feroz precipitado.

(Sophia de Mello Breyner Andresen)

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

"Que a força esteja com vocês"



Entitulei esta postagem com uma frase muito conhecida da série Star Wars ao me lembrar de certos conceitos sobre o Espírito Santo. Alguns grupos religiosos como os Testemunhas de Jeová, sinceramente crêem que o Espírito de Deus é uma mera força impessoal ou "força ativa de Deus". No entanto, o que a Bíblia sagrada nos mostra é justamente o fato de que o Espírito é uma pessoa. 

A palavra utilizada para se referir ao Espírito no texto grego é pneuma. Diferente de nosso idioma, o grego possui não só palavras masculinas e femininas, mas também palavras do gênero "neutro" dentre as quais "pneuma" é uma delas. No entanto, é muito curioso percebermos que de uma maneira proposital, todas as referências ao Espírito Santo no Novo Testamento se dão através do pronome masculino (que só é usado para pessoas). O próprio Jesus ao se referir ao Espírito Santo em João 16.13,14 utiliza um pronome masculino (indicando pessoalidade) onde certamente seria utilizado um pronome neutro.

Pense nisto e que Deus te abençoe!!

sábado, 1 de novembro de 2008

Deus, os periquitos e o gato

Observai as aves do céu: não semeiam, não colhem, nem ajuntam em celeiros; contudo, vosso Pai celeste as sustenta. Porventura, não valeis vós muito mais do que aves? - Mateus 6:26

Nesta noite eu perdi o sono. Coisa muito rara. Costumo até dizer que enquanto muitas pessoas perdem o sono, eu costumo achar todo o sono que foi perdido. Mas um fato interessante atraiu minha atenção agora às 03:25h desta madrugada. Ao chegar na sala ouvi barulho do lado de fora da casa. Era um barulho forte e de certa forma violento. Foi quando acendi a luz externa e constatei uma tentativa de invasão. Não a invasão do meu lar, mas a invasão da gaiola onde habitam três periquitos de minha filha. Acendi a luz na hora certa. O maldito gato ali estava a olhar para mim no momento em que eu fiz um grande barulho ao bater na porta e, assim, ele fugiu. Creio que os periquitos suspiraram aliviados.

Como eu tenho esta inquietante mania de pensar, não pude deixar de refletir sobre o fato. Lembrei-me do texto supra em que Mateus registra o cuidado de Deus com as aves. Não fui acordado para orar. Não fui acordado para interceder. Fui acordado para salvar. Fui um instrumento de Deus para o livramento de pequenas criaturas as quais ele também ama. E daí tirei lições interessantes que gostaria de compartilhar com você.

Pra começar, pensei no gato. O gato era aquele que seguia seus instintos naturais. Vinha na calada da noite, sorrateiramente, acreditando não estar sendo visto; única e exclusivamente para se satisfazer. Mais precisamente, tocando em algo que não lhe pertencia. E não é interessante como nós seres humanos também agimos assim? Sinceramente, não posso aceitar a idéia Freudiana de que somos simples bonecos indefensáveis com relação a tirania de nosso subconsciente. Não, isso não é verdade. Isso apenas tenta nos aliviar a consciência e fazer-nos não assumir os erros que cometemos. Antes, fico com a Bíblia sagrada que me ensina que temos uma natureza decaída que diuturnamente nos tenta para o mal. Daí fazemos a escolha e assumimos as conseqüências. E a vida te me mostrado isto. Como a mesma atitude do gato, vejo pessoas que agem na calada da noite, sorrateiramente, quando ninguém está vendo. Pessoas que se reúnem secretamente para tramar arapucas financeiras que visam arrebatar dinheiro dos cofres públicos. Vejo pessoas que entram na Internet para se afundar na lama da pornografia ou se relacionar de forma vergonhosa com pessoas que pouco conhece. Vejo alunos que compram monografias e mentem discaradamente ao assinarem sua autoria. Vejo pessoas que escondem o troco recebido a maior, que marcam suas residências com o vergonhoso e imoral fio da antena clandestina de tv a cabo. Vejo ladrões de luz elétrica através do, curiosamente, também chamado gato. Vejo estas e muitas coisas. Coisas que não gostaria de ver mas que fazem questão de serem vistas. Coisas que surgem na “calada da noite”, nas altas madrugadas existenciais. E uma coisa interessante é que existem pessoas que, como aquele gato, acreditam que conseguirão seus objetivos finais sem nunca serem surpreendidos. Acreditam que a luz nunca chegará. E que nunca haverá um “barulho assustador”. E falando apenas do meu Brasil, fico pasmo em constatar como esta ridícula fé em Deus que o brasileiro se orgulha dizer que tem é tão destituída de temor. Dizem que crêem mas de fato não temem. Realmente se enganam em achar que Deus seja tão idiota, com o perdão do termo, para se deixar ser afrontado ‘Ad eternum’ sem nunca exercer justiça. Pobres mortais. Acreditam realmente que a infração da justiça divina não acarreta em danos. Foi o profeta Isaías que disse que maldito é o homem que chama o mal de bem e o bem de mal. Sim, este é maldito segundo Deus. É maldito por carregar sobre si um fardo. Um fardo pesado de culpa, vergonha, medo e intranqüilidade. Uma vida marcada, uma história manchada, uma acusação contínua. Creio que um dos maiores incômodos que existe é não viver em paz com sua própria consciência. Consciência esta que o apóstolo Paulo afirma ser as leis de Deus impressas no coração humano. Sim, consciência que persegue, que acusa e não dá descanso ao infrator. Consciência que revela incessantemente a vergonha, que reduz a alto estima e que oprime a alma.

Por outro lado vejo agora os periquitos. Ali indefesos e expostos. E nestes, vejo os oprimidos. Pessoas sem perspectiva porque a vida lhes impôs limites. Pessoas a mercê daqueles que, se achando livres, tramam fazer o mal. Para esses não lhes resta muita coisa a não ser contar com o amor de alguém. Alguém que lhes alimenta, que lhes dá abrigo e que lhes protege das intempéries e adversidades desta vida. Aos periquitos da minha casa não lhes resta o ônus da escolha. São simplesmente alvos do amor da minha família. E às vezes me pergunto porque é que Deus não faz assim conosco. Porque Ele simplesmente não despreza nossa estupidez e nos faz amá-lo? Mas acho que a resposta está justamente na diferença entre nós e os periquitos. Nós possuímos a volição, a intelecção e a capacidade de amar. Não amamos por obrigação, amamos por escolha. Capacidade esta que os teólogos denominam graça, que nunca teríamos se o próprio Deus não nos tivesse dado. Sim, Deus não nos obriga a amá-lo e obedecê-lo, mas curiosamente nos faz prisioneiros do seu amor. E posso dizer isto com certeza e tranqüilidade. “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho único para que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna”. E é esta tal maneira que me espanta, porque ela revela que Deus me ama ainda que eu não o e ainda que eu não me ame. Que ele cuida de mim ainda que eu mesmo seja relapso com minha vida. Mas que diferença existe então na vida daqueles que decidem retribuir este amor através do compromisso com ele e também das atitudes? Eu respondo de uma forma muito simples: Esses deixam de ser gatos, para voluntariamente serem periquitos. É isso mesmo, e eu explico.

Sendo gato escolho agir sorrateiramente sendo o canal do mal para a vida de outros. Sendo periquito, sou o alvo consciente do amor do meu dono e, por isso o meu canto (minhas ações), trazem alegria ao meu dono e às pessoas ao meu redor.

Sendo gato vivo a intranqüilidade de poder ser supreendido a qualquer momento por aquele que exporá as minhas vergonhas e me manterá com as necessidades não supridas.

Sendo periquito, vivo a tranqüilidade de saber que ainda que o mal esteja me rondando, existe alguém por mim, e que na hora exata não me deixará ser tragado pelo inimigo.

Sendo gato, me engano em acreditar que sou livre, quando na realidade sou escravo de mim mesmo.

Sendo periquito, ainda que os outros me achem prisioneiro, tenho a certeza e a alegria de ser livre porque o amor do meu dono me satisfaz completamente e revela que minha vida é importante para ele.

E é justamente por isso que decidi ser “como um periquito”, que decidi ser cristão. Decidi ser alvo do amor do meu dono e viver para ele descobrindo que nele reside a origem de toda a felicidade. Foi o pastor Ed René Kivitz que na introdução do seu livro ‘Outra espiritualidade’ certa vez disse:

Sendo cristão, enxergo a vida com outros olhos. Experimentei a metanóia, que chamam “arrependimento”, mas creio ser uma expansão de consciência (do grego meta = além e nous = mente). Vivo sob valores, imperativos, prioridades e propósitos diferenciados. Conhecer a Deus me faz andar na luz, na verdade, livre de pesos, culpas e máscaras, coma consciência e as intenções tão puras quanto um ser humano imperfeito as pode ter, e isso já basta para que minha vida dê um salto de qualidade imensurável.

Recebo subsídios de Deus no meu homem interior, pois sendo verdade que “tudo posso naquele que me fortalece”, aprendo a viver o contentamento em toda e qualquer situação. As promessas de Deus aos seus não dizem respeito ao conforto circunstancial ou à prosperidade aqui e agora, mas afetam a interioridade humana com, por exemplo, paz que excede o entendimento e alegria completa. Mais do que isso, a intimidade com Deus não torna a minha vida mais fácil, mas me faz mais humano, mais maduro, mais capaz de amar com a lucidez que escolhe as coisas mais excelentes e mais capaz de enfrentar com dignidade toda e qualquer situação.

E exatamente às cinco horas e dois minutos deste novo dia, descubro que Deus não me acordou só porque ele ama os periquitos, mas porque ele me ama e porque ele ama você. E ele decidiu me revelar estas coisas para que nunca nos esqueçamos de que ele sempre cuidará de nós.

Espero que minha experiência também tenha sido um canal do fluir de Deus em sua vida.

Um grande abraço e que Deus te abençoe

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Brincadeira de Criança

Quando criança achava muito curiosa a leitura de palavras através do espelho, pois enxergar as letras de forma inversa é uma experiência muito divertida para os pequeninos leitores. Curiosamente, uma nova experiência neste sentido se deu quando ao olhar pelo retrovisor de um carro, pude ler perfeitamente o nome Ambulância. E com a inquietude intelectual de uma criança, me virei e fiquei tremendamente surpreso ao ver que na frente daquele carro a palavra estava escrita ao contrário, conforme eu tinha lido todas aquelas outras no espelho. E foi lembrando destas coisas de criança que resolvi ler o salmo primeiro ao contrário. Não, antes que você me condene, não é magia ou macumba de crente. Simplesmente experimentei lê-lo sobre a ótica inversa e resolvi registrar minhas impressões desta leitura. Assim sendo, quero compartilhar com você esta espiritualmente singela “brincadeira de criança”.

Um forte abraço!!


Salmo 1 (ou 1 omlaS)

Como é infeliz aquele que dá ouvidos aos conselhos das pessoas que têm seus pensamentos guiados pelos modismos e conceitos sociais corrompidos. Pessoas que – influenciada pelos séculos – não conseguem discernir que muito de sua maneira de pensar as levam a tomar atitudes que degradam sua humanidade e restringem sua integridade.
Como é infeliz aqueles que, levados pela mídia ou pelas pressões que a vida impõem, assumem o modo de ser de outras pessoa e reproduzem os mesmos erros e pecados que elas praticam.
Como é infeliz aqueles que conseguem se sentir bem em meio a pessoas que se divertem em apontar os defeitos alheios, envergonhar os seus semelhantes, desconsiderar e debochar dos ensinos divinos uma vez que estes expõem suas limitações e fraquezas.
Ao contrário, a satisfação destes não está na lei do Senhor, mas está em todo ensino que marginaliza a Deus e glorifica o Homem. Em todo o discurso que exalta a fragilidade humana como se ela detivesse o controle e o discernimento sobre todos os fatos da vida.
Na verdade, estas pessoas viverão como uma árvore plantada no deserto, que é reconhecida como infrutífera e imprestável. Secarão diante do sol que queima e também diante das adversidades da vida. Eles não terão frutos, não terão vida, não terão nada em sua essência que satisfaça os famintos e sem esperança ao seu redor. Serão como fontes secas que acumulam poeira e lixo ao longo dos tempos e, por isto, tudo o que fizerem será diretamente influenciado por sua incapacidade e consequentemente não prosperarão.
Por outro lado, não é este o caso dos verdadeiramente livres, dos que conseguem sobrepor a vontade perfeita de Deus aos seus desejos limitados e destrutivos. Antes, porém, estes serão conhecidos por sua resistência às adversidades da vida e vencerão quando seus limites forem expostos face àqueles que não os respeitam ou que não lhes dão o devido crédito.
Saibamos, pois, que o Senhor reprova o caminho dos que se achando sãos, estão doentes; mas a história de vida e a experiência de conversão dos verdadeiramente sãos revelarão um futuro de glória e de honra.

Momento da Dica




"O Perfil do Pregador" de John Stott.


A sociedade avança pelo novo século. Entramos em um período de extrema valorização da informação, da supressão das individualidade e entronização do que é economicamente viável e lucrativo. As massas cedem ao consumismo de bens cada vez mais vazios de conteúdo, entramos na era da embalagem.Neste período de caos espiritual várias perguntas trazem a tona uma realidade de dúvidas e ansiosa por ações práticas. Qual será o papel da igreja no século XXI? O que pastores, obreiros, missionários e pregadores do Evangelho deverão fazer para comunicar a Palavra de Deus de forma mais eficaz neste século?

O Perfil do Pregador é um texto indispensável para você que pensa sobre estas questões e busca a direção de Deus para o futuro.


(comentários da capa)


Para adquirir este livro, visite http://www.vidanova.com.br/

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Falando sobre o mercado de trabalho


Recebi hoje este texto de uma amiga aqui no serviço. Trata-se de informações muito importantes para quem atua neste competitivo mercado de trabalho. Por este motivo, compartilho aqui com vocês, na esperança de que este conteúdo venha a ser útil em sua caminhada diária.

"Existem pessoas que realmente sabem dar respostas sábias às grandes questões sobre o mercado de trabalho. Aqui vai um pequeno resumo da entrevista com o famoso Reynold Remhn:

Pergunta: Ainda é possível ser feliz num mundo tão competitivo?

Resposta: Quanto mais conhecimento conseguimos acumular, mais entendemos que ainda falta muito para aprendermos. É por isso que sofremos. Trabalhar em excesso é como perseguir o vento . A felicidade só existe para quem souber aproveitar agora os frutos do seu trabalho.

2ª Pergunta: O profissional do futuro será um individualista?

Resposta: Pelo contrário. O azar será de quem ficar sozinho, porque se cair, não terá ninguém para ajudá-lo a levantar-se.

3ª Pergunta: Que conselho o Sr. dá aos jovens que estão entrando no mercado de trabalho?

Resposta: É melhor ser criticado pelos sábios do que ser elogiado pelos insensatos. Elogios vazios são como gravetos atirados em uma figueira.

4ª Pergunta: E para os funcionários que tem Chefes centralizadores e perversos?

Resposta: Muitas vezes os justos são tratados pela cartilha dos injustos, mas isso passa. Por mais poderoso que alguém pareça ser, essa pessoa ainda será incapaz de dominar a própria respiração.

Última pergunta: O que é exatamente sucesso?

Resposta: É o sono gostoso. Se a fartura do rico não o deixa dormir, ele estará acumulando, ao mesmo tempo, sua riqueza e sua desgraça.

Belas e sábias respostas.

Eu só queria me desculpar pelo fato de que não existe nenhum Reynold Remhn. Eu inventei.

Todas as respostas, embora extremamente atuais, foram retiradas de um livro escrito há 2.300 anos: o ECLESIASTES, na Bíblia. Mas se eu dissesse isso logo no começo, muita gente, talvez, nem tivesse interesse em continuar lendo
."

Não é por força, nem por violência




Em alguns anos de vida que possuo já passei por diversas crises e momentos de adversidade. Quanto lutei do meu jeito e com minhas armas, o desgaste foi muito grande e com freqüência saí ferido. Mesmo obtendo alguma vitória, nunca tive certeza de ter trilhado o melhor caminho. Em contrapartida, as lutas ao lado do Senhor sempre foram menos doloridas (de uma forma ou de outra, estive na batalha), mas com vitórias significativas e por que não dizer sensacionais. No entanto, maldito seja o pecado que num momento de distração espiritual pode nos levar a lutarmos sozinhos mais uma vez. Em instantes como este precisamos converter-nos novamente (no real sentido da palavra), mudarmos o nosso rumo e sofrermos uma metanóia no sentido de ter a confiança de que nossas batalhas não devem ser travadas com nossas armas ou com nossa própria força, mas pelo Espírito do Senhor.Ter vitória através do Espírito é saber que no Senhor nós temos proteção e direção segura (Zc 9:13-15). É posicionar-nos na frente da batalha e sermos humildes suficientes para implorarmos e esperarmos o seu agir (2 Cr 14:11). É termos a certeza de que a sabedoria, o conhecimento, a capacidade e o poder pertencem àquele que julga com equidade e retidão (Is 11:2-4).


Ser vitorioso no Espírito é ter domínio próprio pelo próprio Espírito para não fazer planos ou “assinar acordos” sem a prévia consulta e aprovação do Pai (Is 30:1), e ter a plena certeza de que o deserto virará um campo fértil e que as terras cultivadas darão melhores colheitas (Is 32:15).Diante das agruras que possamos encontrar no caminho, não devemos tomar as rédeas de nossas vidas ou então nos tornaremos ofensores e consequentemente inimigos do nosso Deus. Antes, o caminho a percorrer é regresso, pois voltando ao passado através de nossas lembranças veremos quantas vezes Deus abriu o mar para que nós passássemos e fôssemos conduzidos a um lugar seguro (Is 63:10-14). Decerto, não há nada impossível para Deus. Ainda que digam que os ossos já estejam secos, o nosso Senhor pode romper as sepulturas, revesti-los de carne e trazê-los à vida novamente (Ez 37:11-14), pois o seu amor é mais forte do que arcos, flechas, espadas, cavalos e até do que a própria morte (Os 1:7).Definitivamente nós não dependemos da sabedoria humana frente às adversidades da vida, mas do poder de Deus (1 Co 2:4,5) que, sendo arma espiritual ao nosso dispor, pode destruir quaisquer fortalezas (2 Co 10:4,5). Por isso, sejamos fortes e corajosos (2 Cr 32:7,8) sabendo que o Senhor nos responderá (Sl 20:6-8), pois a ele pertence o domínio sobre todas as coisas (Sl 33:16). Por isso, coloquemos nossa esperança naquele que é o Santo dos Santos e que já neste instante traz alegria ao nosso coração (Sl 33:20,21). Ele é o nosso Rei e o nosso Deus; e por meio da fé, hoje, tomemos posse da vitória (Sl 44:4) em nome de Jesus!!


sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Você crê em milagres?



Certo homem cristão foi abordado por um ateu que questionava sua "inteligência". Este último dizia:

- É sério mesmo? Você acredita em milagres em pleno século XXI?

- Você acredita que este tal Jesus transformou água em vinho?

O Cristão, então respondeu:

- É claro que creio em milagres.

- Jesus transformou um alcóolatra insaciável no pai de família que sou hoje.

- Ele transformou minha vodka em material escolar e meu porre em momentos de harmonia com minha esposa e meus filhos.

- E se ele fez isto comigo, transformar água em vinho foi certamente muito mais fácil.

- Na verdade, não é difícil pra mim crer em milagres uma vez que Deus fez de mim um grande milagre.

"Ora, sem fé é impossível agradar a Deus, pois quem

dele se aproxima precisa crer que ele existe e

que dá recompensas àqueles que o buscam"

Hebreus 11:6

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Homofobia?



A homofobia (um termo utilizado para identificar o ódio, aversão ou a discriminação de uma pessoa contra homossexuais ou homossexualidade).
Nós, evangélicos, não somos "homofóbicos", pois não odiamos os gays, as lésbicas e aqueles que praticam outras formas sexuais não naturais, inclusive o sexo antes do casamento (homem com mulher) e adultério. Odiamos, sim, os seus pecados e qualquer forma de pecado, de qualquer ser humano que contraria as ordens de Deus, que estão na bíblia para um viver santo.
Como cristãos condenamos veementemente a prática do homossexualismo, não por motivos pessoais ou preconceituosos, mas pelo fato de Deus declarar na Bíblia o que pensa sobre o assunto: "Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente, amém". "Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até suas mulheres mudaram o uso natural no contrário a natureza". "E semelhante, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens como homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro" (Romanos 1:24-27).
Todo ser humano em si é digno de misericórdia e da graça de Deus. "Porque a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens, Ela nos ensina a renunciar a impiedade e as paixões mundanas e a viver de maneira sensata, justa e piedosa nessa era presente" (Tito 2:11-12).
A graça de Deus se manifestou através de Cristo para libertar o homem da condenação eterna, agora pergunto: Por que temos que aceitar imposições contrárias àquilo que cremos? Por que não podemos nos posicionar contra essa prática totalmente contrária a raça humana? Mas se acreditam ser normal o casamento de homem com homem e mulher com mulher, que procriem, que nasçam filhos com DNA de ambos, dessas uniões. Todos nós sabemos que isso nunca acontecerá porque Deus desde o início criou o homem para se casar com a mulher e procriar. (Gênesis 2:24).
Como cristãos, condenamos veementemente a prática do homossexualismo, não por motivos pessoais ou preconceitos, mas pelo fato de Deus declarar na Bíblia o que pensa sobre o assunto. 
Estamos dentro de um estado de direito e não podemos ter a nossa liberdade de expressão amordaçada por ativistas que querem nos impor o respeito pelos seus pecados. Respeito pelo pecado, nunca! Respeito pelo ser humano carente da graça e misericórdia de Deus, sempre.
Por favor, não nos confunda com aqueles que boicotam, perseguem, maltratam e até matam homossexuais. Isso jamais aceitaremos nem deixaremos de combater. Tal prática não é cabível ao crente em Cristo. O verdadeiro cristão deve estar sempre pronto para trazer quem quer que seja para perto de Jesus e ter sua vida transformada. Jesus amou a mulher adúltera, mas não o seu pecado. "Eu também não a condeno. Agora vá e abandone sua vida de pecado" (João 8:11).
Temos consciência religiosa, que brota da nossa fé incondicional em Cristo como nosso único Senhor e Salvador, e na Bíblia como regra de fé e prática. Não podemos deixar de falar e viver a verdade eterna, expressa nas Escrituras Sagradas, pois só ela tira o homem do engano. Jesus afirmou: "Vocês estão enganados porque não conhecem as Escrituras nem o poder de Deus" (Mateus 22:29).
As Escrituras nos trazem alertas que precisam ser anunciados: "Mas os covardes, os incrédulos, os depravados, os assassinos, os que cometem imoralidade sexual, os que praticam feitiçaria, os idólatras e tosdos os mentirosos - o lugar deles será no lago de fogo que arde com enxofre. Esta é a segunda morte" (Apocalipse 21.8), e mais: "Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não hão de passar" (Lucas 21.33).

Extraído do Jornal Batista de 13/07/08, sob o título original de "Eternas verdades para homens passageiros".

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Tiago 1: 5-8


O mundo valoriza os que já sabem. Os que já sabem inglês, informática, legislação e etc. Estes são os mais valorizados e até os mais procurados pelas empresas que possuem cargos de alta confiança. Mas no reino de Deus a coisa acontece de forma diferente. Deus valoriza aquele que não sabe. E mais que isto, valoriza aquele que pergunta a Ele como é que se faz e quando deve ser feito. Deus valoriza aquele que sabe que não sabe e que assume isto. Porque os que não assumem são soberbos por acharem que são detentores da sapiência e não precisam mais crescer. Portanto, pergunte. Pergunte a Deus o que ele espera de você, o que ele quer de você e pra onde ele deseja que você vá. E tenha certeza que isto não é perda de tempo, isto é sabedoria. Mas tem um detalhe: não pergunte por perguntar. Não pergunte apenas para aliviar a consciência e então fazer o que você deseja. Peça orientação crendo que quem está ouvindo (Deus) realmente ouve. E mais do que isto, quem está ouvindo não só ouve como responde. Porque Ele tem prazer em relacionar-se com aqueles que o buscam. Tenha fé e ouvirás a resposta. A Resposta certa, na hora certa e da maneira certa. Agora deixa eu frisar algo. Entenda que eu não falei “A resposta que você deseja, na hora em que você deseja, da maneira que você deseja”, ok? Quando você aquietar o seu coração neste entendimento, então terás sensibilidade para ouvi-lo falar e daí conhecerás a verdadeira sabedoria, a sabedoria que vem do alto, a sabedoria que vem de Deus. Pense nisto e que Deus te abençoe.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Tiago 1:2-4


Problemas existem e isto é fato. Uns maiores, outros menores, mas todos nos perturbam, todos tiram nossa paz e por vezes nosso ânimo. Mas e se a história fosse diferente? E se você tivesse a capacidade de enfrentar os problemas de cabeça erguida, sem perder a esperança e a fé. E se você tivesse como ter suas forças renovadas durante o problema ao invés de ser abalado por ele. Não seria ótimo? A Bíblia nos revela que esta realidade existe e está a nossa disposição. E por incrível que pareça, alcançá-la é algo possível quando estamos dispostos a isso. Você está disposto a começar esta jornada? Então deixe Deus conduzi-lo através dos problemas que você gostaria de se distanciar. Confie nele enquanto atravessa pelas tempestades da vida e perceba que quanto mais tempestades você atravessar, mas será fortalecido na certeza de que Ele não te abandona, mas caminha junto e luta lado a lado com você. É uma questão de fé. Ou você enfrenta os problemas sozinho, acreditando que o mundo conspira contra ti, ou você toma posse da verdade bíblica de que Ele te conduzirá em meio as dores e sofrimentos de maneira a produzir em ti a perseverança que aperfeiçoa seu caráter e sua integridade. Mas não creia que você conseguirá ter esta visão por si mesmo porque ela é avessa a nossa lógica. Creia que esta visão pode ser sua através daquele que, como nós, vivenciou lutas, sofrimentos e dores, mas que venceu demonstrando seu poder sobre o mundo natural (mar, ventos, tempestades, doenças), sobre o mundo sobrenatural (expulsando demônios e resistindo às tentações) e sobre o último dos inimigos a saber: a nossa morte. Somente alguém tão vitorioso, poderia nos ensinar o caminho da vitória. E o caminho é o próprio Jesus. O Caminho, a Verdade e a Vida.

Pense nisto e que Deus te abençoe.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Povo de Deus! Lá vêm eles de novo!




Outubro está chegando. E lá vem eles. Entrando em suas casa pela tela da TV, pelas ondas dos rádios, através de panfletos em sua caixa de correio e até invadindo sua privacidade com os jingles que são lançados dos carros de som para dentro do seu lar. Sorrisos amarelos, promessas, promessas e mais promessas. Certamente você já sabe do que eu estou falando. Falo do período eleitoral. Falo da Política, dos cargos, das vagas e da eleição. E quando falamos de política falamos de descrédito, não é verdade? Em quantos você já votou e depois se decepcionou? Quantas vezes você ouviu falar dos escândalos envolvendo dinheiro, prostituição e criminalidade? E pensando em tudo isto, nossa vontade é de chutar o balde e se abster. Ficar distante, o mais distante possível de tudo isto e de todos eles. É o sentimento da coletividade. É o sentimento de todos aqueles que não possuem um comprometimento que vincula a eleição com a continuidade do emprego ou com as oportunidades que ela traz. E este sentimento está presente na igreja. Digo isto com tranqüilidade porque igreja é formada de pessoas de duplo compromisso. Compromissos de fé e de cidadania. Compromisso que necessariamente associa o que cremos com o que precisamos fazer. E é exatamente daí que surge o nosso conflito como servos de Deus. Por que como servos de Deus não nos conformamos com a Justiça que oprime o pobre e favorece o endinheirado, com as leis burladas ou distorcidas, com as oportunidades desiguais, com a precariedade da saúde, do sistema carcerário e da condição humana. Por tudo isto desacreditamos e, na pior das hipóteses, não esperamos por mudanças. Mas será que é isto que Deus espera de nós quando o assunto é política? Certa vez Jesus orientou seus discípulos a darem a César o que é de César e a Deus o que é de Deus. Jesus não nos orienta a nos abstermos, a abrirmos mãos de nossos direitos e deveres e vivermos uma espiritualidade alienada como se não fôssemos cidadãos. Ele nos orienta a cumprimos as leis e cumpri-la como deve ser cumprida. Portanto, precisamos votar. E se votar é ser cidadão e ser cidadão é agradar a Deus, então vamos fazê-lo. Mas não de qualquer jeito, vamos fazê-lo como quem tem discernimento, como quem tem a mente de Cristo, como quem pode ver o que outros não podem ver. Portanto, seja um eleitor diferente, não seja como a multidão que vota por votar ou que vota por que foi particularmente beneficiada. Sejamos conscientes. Vamos ouvir as propostas, sondar os históricos, ver se o que se está prometendo é possível ou é enganação. Veja se as propostas estão de acordo com os valores de Deus. Um político que apóie a liberação do aborto, por exemplo, não é digno do nosso voto. Ah! Quase ia me esquecendo. Não vote em evangélico porque é evangélico. Tem muito evangélico picareta e tem muito evangélico sem competência. Por outro lado tem não evangélico com capacitação para governar. Portanto, um conselho que te dou, vote em quem você vê pelo menos um pouco de competência e capacidade. E deixa eu te dizer algo aqui: particularmente não voto em pastor. Um médico pode ser político, porque doutor é título. Um policial pode ser político, porque policial é título. Mas pastorado não é título é dom espiritual. É dom que Deus dá exclusivamente para que a pessoa cuide pessoalmente de seu povo. No meu entender, lugar de pastor é onde ele pastoreie. Onde visite, aconselhe, pregue e apascente. Bem, mas é você quem decide seu voto e você pode discordar de mim.
Finalizando, precisamos entender que as vagas estão aí. Se não forem preenchidas por pessoas de competência, vão ser preenchidas por pessoas incompetentes. Daí quem vai sofrer somos nós. Peça orientação a Deus sobre este assunto. Ore e seja orientado. Se não conhece candidato que seja ótimo, vote em um bom. Se não conhece um bom, vote no menos pior. Mas dê a sua contribuição para que a coisa venha a melhorar. Deixo a todos os amados um texto atualíssimo do profeta Jeremias para nossa meditação: “Busquem a prosperidade da cidade para a qual eu os deportei e orem ao Senhor em favor dela, porque a prosperidade de vocês depende da prosperidade dela”(Jr 29:7)



Um forte abraço a todos

terça-feira, 13 de maio de 2008

Deus de Milagres

Nesta manhã, como de costume, escrevi o que Deus me falou em minha devocional matutina. Gostaria de compartilhar com você o registro de uma grande vitória em minha vida:

Êxodo 15

Ontem recebi alta com respeito à pancreatite que sofri. O médico, após olhar meus últimos exames, percebeu que eu já estava curado sem mesmo precisar da imprescindível internação necessária a estes casos. Além de eu ter passado mais de um mês com esta doença sem ter sintoma algum, aprouve ao Senhor efetuar outro milagre (a cura).
Neste texto o Senhor me convida a cantar louvores a Ele e falar bem dEle, pois venceu maravilhosamente e jogou nas profundezas do mar o cavalo e o cavaleiro. Ele é a minha força e salvação.
Quero deixar aqui registrado os últimos versículos de Êxodo 15 como um memorial a vitória do Senhor.

“Se vocês derem atenção à voz do Senhor seu Deus – se obedecerem o que Eu disser, fizerem o que Eu disser, fizerem o que Eu acho certo, e guardarem os meus mandamentos – contem com a minha bênção. Não deixarei que vocês sofram nenhuma das doenças que mandei aos egípcios. Eu sou o Senhor que dá saúde a vocês”. (Êxodo 15:26 – Bíblia Viva).

Glórias ao nome do Senhor!!!

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Atitude!

Recebi este email recentemente e achei muito interessante. Compartilho aqui com vocês para reflexão.

Um Abraço a todos


ATITUDE!!

Uma mulher acordou uma manhã após a quimioterapia , olhou no espelho e percebeu que tinha somente três fios de cabelo na cabeça.- Bom (ela disse), acho que vou trançar meus cabelos hoje.Assim ela fez e teve um dia maravilhoso.No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e viu que tinha somente dois fios de cabelo na cabeça.- Hummm (ela disse), acho que vou repartir meu cabelo no meio hoje.Assim ela fez e teve um dia magnífico.No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e percebeu que tinha apenas um fio de cabelo na cabeça.- Bem (ela disse), hoje vou amarrar meu cabelo como um rabo de cavalo.Assim ela fez e teve um dia divertido.No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e percebeu que não havia um único fio de cabelo na cabeça.- Yeeesss... (ela exclamou), hoje não tenho que pentear meu cabelo.
ATITUDE É TUDO!Seja mais humano e agradável com as pessoas.Cada uma das pessoas com quem você convive está travando algum tipo debatalha.Viva com simplicidade.Ame generosamente.Cuide-se intensamente.Fale com gentileza.E, principalmente, não reclame.Se preocupe em agradecer pelo que você é, e por tudo o que tem!E deixe o restante com
Deus

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Happy New Year!

Iniciamos o ano agradecendo ao Senhor pela sua bondade e misericórida, pelo seu sustento e fortaleza. E que o Deus de toda a graça continue a cada dia nos fortalecendo neste ano que nasce.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Segurar Vela

No período correspondente à Idade Antiga e Média, as pessoas acendiam velas para fazer suas atividades noturnas como, por exemplo, jantar, tomar banho, entre outras. Na Idade Média, as pessoas que eram designadas ao trabalho braçal seguravam as velas para que seu senhor enxergasse o que fazia.Em eventos e estabelecimentos que só funcionavam à noite, colocavam garotos para acender e segurar velas. Por causa dessa atividade foi que surgiu na França a expressão "tenir la chandelle", essa expressão também era usada para definir o trabalho desempenhado por criados que seguravam candeeiros para que seus patrões pudessem ter relações sexuais com luz, porém durante todo o ato sexual eles deveriam manter-se de costa de forma a não invadir a privacidade do casal. Ao longo do tempo o termo "segurar vela" ganhou diferentes definições, a mais recente é a utilizada para designar o papel de um amigo solteiro que acompanha um casal de namorados, esse fica "sobrando e/ou atrapalhando" o clima romântico do casal.

Fonte: Brasil Escola

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Deixando para trás nossas compulsões

"Estar plenamente convertido é permitir que Deus nos conduza para fora de nossas compulsões. Significa que aceitamos desistir de tentar incessantemente "dar um jeito" nas coisas. A liberdade é o oposto das obsessões compulsivas.
Claro, isso não é fácil, principalmente porque somos motivados por necessidades prementes. Por exemplo: sentimo-nos solitários e assim procuramos - às vezes desesperadamente - alguém que possa remover nossa dor: o marido, a esposa ou um amigo. Somos muito apressados em concluir que alguém ou alguma coisa pode, finalmente, acabar com nossa carência.
E assim passamos a esperar muito dos outros. Passamos a ser exigentes, dominadores e, até, violentos. Os relacionamentos entortam-se debaixo de enorme peso, porque depositamos exagerada seriedade neles. Sobrecarregamos nossos semelhantes com poderes imortais. E, nos piores momentos, fazemos deles instrumentos para preencher nossas expectativas.
Mas sempre que escolho outros deuses, fazendo de pessoas ou de eventos a fonte de minha alegria, constato que minha tristeza só tende aumentar. Quando exijo de outros aquilo que só Deus pode dar, experimento dor. Um salmo do Antigo Testamento aponta em outra direção: "Digo ao Senhor: Tu é o meu Senhor; outro bem não possuo senão a ti somente." (Salmo 16:2). Essa oração provém da experiência religiosa de um adorador que sabe estar protegido pela presença de Deus no templo. O salmista continua a declarar que Deus é a sua "porção", "cálice" e herança". Essa imagens reportam-se a um tempo anterior em Israel, quando os Levitas, servos de Deus, não tiveram parte na herança dada às outras tribos, pois o próprio Deus foi a sua porção (Deuteronômio 10:9). Percebemos que a fonte de alegria do salmista era uma vida vivida em comunhão com Deus.
Muitas coisas em nossa vida são obviamente de imensa importância para nós. Não podemos ser completos sem gente para amar e sem gente que nos ame. Necessitamos de comida e um lugar para viver; desfrutamos da companhia de um amigo e do prazer de ler um livro. Mas segurar com a mao aberta significa lembrar que não somos o que adquirimos e realizamos, mas, sim, o que temos recebido. As mais profundas alegrias não provêm do dinheiro que ganhamos, de amigos dos quais nos cercamos, ou de resultados que obtemos. Somos, realmente, as pessoas que Deus fez em Seu infinito amor. Somos os dons que recebemos, não as vitórias que conquistamos. Enquanto nos desgastamos, tentando ansiosamente nos afirmar ou receber afirmação de outros, continuamos cegos para com Aquele que nos amou primeiro, habita em nosso coração e formou em nosso verdadeiro eu. Mas ainda podemos abrir nossos olhos. Podemos ver um novo caminho adiante." - Henri Nouwen

O Desejo de Controlar

"... Enquanto nossa reação ao mundo for guiada pelo desejo de controlar e segurar, jamais seremos satisfeitos. E, a partir do momento em que nossas necessidades não forem satisfeitas, concentraremos nosso esforço nos meios, perdendo a visão do fim. Tornamo-nos como alguém que comprou mercadorias em exagero para apaziguar seu medo de ir à falência. E, então, ficou com tanto medo de ladrões que nem saía de casa. Acabou prisioneiro de seu próprio medo, apesar de todas as tentativas para escapar dele.
Mas os discípulos de Jesus deixaram suas redes, a fonte de sua segurança emocional, para seguir Aquele que prometeu satisfazer os desejos mais profundos de seu coração. sabemos o que essa incerteza significa. Mas então, quando soltamos as amarras, sentimos que algo de novo, algo de maravilhoso pode acontecer em seu lugar." - Henri Nouwen

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Brasilidade Musical

Este blog é um espaço dedicado as boas novas (boas notícias), sendo assim apresento a vocês a minha mais nova descoberta.

É algo excelente para os apreciadores da música evangélica de qualidade:

www.nossamusicabrasileira.blogspot.com

Apreciem com moderação - rs

terça-feira, 27 de novembro de 2007

O bom líder

"O bom líder é um servo simples e que dá a vida pelas ovelhas do Cordeiro que foi morto antes da fundação do mundo; e, por isso, lidera como o Cordeiro: não domina, mas exemplifica; não ordena, mas mostra; não impõe, mas deixa claro o que é; não oprime, antes remove pesos; é misericordioso, mas trata tudo na verdade; é forte na fé e fraco na Graça que tem mais prazer em perdoar do que em julgar; e que prega e ensina a Palavra em total simplicidade, com seu jeito, com sua própria cara, com sua própria essência; e que não busca para si nada que não seja oferecer de graça o que pela Graça lhe veio. Ora, eu não tenho que falar disso. Esta tudo tão simples no Evangelho. Por isso Jesus apenas diz: “Vem e vê!”"
Cáio Fábio
Trecho de entrevista realizada no dia 22/08/07

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Santificação

Santificação é o processo pelo qual vamos, pouco a pouco, nos tornando humanos como Jesus. É um retrocesso no tempo de Deus rumo a vitória da igreja de Cristo.

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

A Juventude

"A Juventude não é um período de tempo. É um estado de espírito, um resultado da vontade, uma qualidade da imaginação, uma vitória da coragem sobre a timidez, do gosto pela aventura sobre o amor ao conforto. Um homem não precisa ficar velho porque viveu um determinado número de anos. Os anos podem enrugar a sua pele, mas o desertar dos ideais enruga a alma. As preocupações, os medos, as dúvidas e o desespero são inimigos que devagar nos fazem prostrar em direção à terra e transformam-nos em poeira antes da morte. A sua vontade permanece jovem enquanto você está aberto para o que é belo, bom e grande; receptivo para as mensagens de outros homens e mulheres, da natureza e de Deus. Se um dia você se tornar amargo, pessimista e consumido pelo desespero, Deus tenha piedade da sua alma de velho." - Douglas MacArthur

Citação contida no livro "O Evangelho maltrapilho" de Brennan Manning

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Recomendo mil vezes

Olá queridos!!


com certeza, este é um dos melhores blogs que conheço:


http://teologiaearte.blogspot.com/


Vale a pena conferir!!!

Abração a todos!!

terça-feira, 4 de setembro de 2007

O problema do Homem é cultural

Não é incomum ouvirmos esta frase quando abordamos temas como corrupção e problemas sociais. Tenho minhas dúvidas, ou melhor, certezas quanto a esta abordagem. Entendo que a cultura não existe como ente em si, mas que é elaborada, ou formulada, por pessoas que verdadeiramente compõem este "tecido" social. Se a cultura induz a corrupção, é porque as pessoas estão corrompidas. E é importante, diga-se de passagem, sabermos que corrupção não está limitada a levar vantagens mediante órgãos públicos ou mesmo privados, mas até mesmo pensamentos que, mesmo não levados em prática, militam as mentes dos que criticam os que assumem sua postura corrompida. O fato é que a questão é muito mais profunda do que se costuma debater. Trata-se de algo pertinente a essência de uma humanidade degradada que avança em tecnologia, mas que aprofunda-se em promiscuidade e falta de amor. E se essa essência é universal, mesmo em um mundo que cultua diferenças, não há de se espantar que também haja uma solução universal que se resume na transformação da essência humana. No entanto, visto que a essência humana é corrompida, ela não pode mudar a si mesma. Por isso, não adiantam planos econômicos, modelos educacionais ou filosóficos. É preciso que esta mudança venha de fora pra dentro, partindo da perfeição para a nossa imperfeição. E aí entra a pessoa de Deus. Não um Deus criado a imagem e semelhança do Homem que o abençoa em toda e qualquer situação; mas o Deus que é santo e por isso não corruptível, que diz a Verdade mesmo quando nossas mais profundas convicções são destituídas de nossas verdades e mesmo quando nossos comportamentos são colocados em cheque - independente do prazer que nos proporcione. Mas para que esta mudança ocorra é preciso rendição individual. Rendição não imposta, por força, por lei, por decretos ou por falta de opção, mas rendição voluntária. Voluntária porque se Deus impusesse sua vontade sobre o ser humano, o mesmo não o serviria, mas apenas o obedeceria de forma sistemática, mas não voluntária. Para que o Homem tenha sua essência mudada ele precisa ter o desejo de se entregar, mas o desejo de se entregar só surge quando se tem a certeza de que se é amado e de que a origem do amor que nos alcança não pode nos desapontar. E sabendo disso Deus nos amou. Não nos amou porque nós merecemos, pois a essência humana não é merecedora de amor, mas de castigo. Ele nos amou apesar de nós e nos deu um aprova viva desse amor ao se fazer humano, viver todas as nossas dúvidas e angústias e se entregar - ainda que inocente - a um castigo destinado aos piores criminosos. E ninguém tem maior amor do que este, de dar a vida por aqueles cuja essência o ofende. Verdadeiramente este é um amor maior do que nossa compreensão, que se derrama sobre a humanidade a fim de que todos aqueles que o conheçam tenham a opção de se render e voluntariamente se deixar transformar. E este caminho quando sendo percorrido, faz com que a essência pouco a pouco seja mudada, pouco a pouco seja restaurada, trazendo à sociedade da qual se faz parte uma redenção não só individual, mas também da cultura que muitos julgam ser o motivo da corrupção.

Fides quaerens intelectum
(Fé que busca entender)
Pr. Rodrigo Gonçalves

terça-feira, 26 de junho de 2007

"... Estou fazendo novas todas as coisas" - Ap 21:5



Bendita é a que vem em nome Senhor!!!!

EM 09 de Abril de 2007, às 16h39min, o Senhor Deus renovou nossa alegria. Ele demonstrou sua confiança em nós ao nos entregar uma pequena menina. Tal confiança não se dá porque merecemos ou porque somos melhores que os outros, mas única e exclulsivamente da surpreendente graça de Deus que nos alcança e demonstra seu amor por nós. Por isso, concluímos que esta alegria que recebemos e que desfrutamos vem da Graça do Senhor.

Daí o nome de nossa bebê: Ana Joy

Ana - do Hebraico "Graça
Joy - do Latim "" Alegria"

Portanto, o nome "Alegria que vem da Graça" é uma expressão de nosso coração ao nosso Deus querido!!!

Santo, Santo, Santo é o Senhor!!

sexta-feira, 2 de março de 2007

É Cristo em nós, esperança da glória

O que Jesus trouxe para alguns - cura, graça e a boa nova da mensagem do amor de Deus - a igreja pode agora trazer a todos. Esse foi o desafio, ou a grande comissão, que Jesus deu exatamente antes de se desvanecer diante dos olhos dos discípulos entorpecidos.
"Se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer", explicara antes, "fica só. Mas se morrer, produz muito fruto."


Philip Yancey

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007

A Renovação da Esperança

Nestes últimos meses eu e minha esposa temos curtido a gratificante experiência de aguardar o nascimento de nossa filhinha. E acompanhando a gestação de minha amada, pus-me recentemente a pensar sobre o importante papel das mães e para ser mais específico, sobre a estarrecedora experiência de Eva, mãe da humanidade. Como será que ela se sentiu no momento de prestar contas do seu erro a Deus? Naquele instante, já havia sido enganada por satanás e agora estava sendo acusada pelo próprio marido. Com certeza, um forte sentimento de culpa e solidão devem ter assolado aquele coração no momento em que o inimigo apontava suas falhas diante do Senhor e que o próprio marido tentava “limpar sua barra” arremessando toda a culpa sobre sua pessoa. Terrível momento deve ter sido aquele. Envergonhada, culpada, sozinha e traída.
Mas, ao pensar em tudo isto eu me surpreendo com a sabedoria do meu Deus que no exercício de sua justiça, revelou a culpa coletiva distribuindo a sentença, mas se compadecendo - com sutileza - daquele coração feminino. Digo isto, porque apesar do seu erro e das conseqüências que o acompanhou, Eva recebeu de Deus uma promessa de honra. A honra de ser, a mulher, o meio escolhido pelo Senhor para trazer ao mundo o redentor de toda a raça. Verdadeiramente Deus é aquele que se compadece dos desamparados. A porta que satanás escolheu para derrubar a humanidade foi a mesma escolhida por Deus para redimi-la e exaltá-la. A coroa da criação haveria de ser restaurada e talvez por isto ao longo do tempo, a mulher tenha sido tão perseguida, discriminada e subjugada. É tremendamente significativo saber que cada gravidez, a partir daquele momento, teria um novo significado e que cada grávida seria a portadora de uma mensagem. A mensagem de que aquele ato não mais representa apenas a continuidade da raça, mas principalmente a reafirmação de que graça de Deus faz a humanidade valer a pena. Cada nascimento, era uma expectativa cósmica da vinda do messias, cada criança uma testemunha viva de que o amor de Deus supera nossas limitações e faz nascer em todo o tempo uma esperança de um futuro melhor.


Soli Deo Glória

Pr Rodrigo Gonçalves

quinta-feira, 9 de novembro de 2006

Belíssima Resposta

Um freqüentador de Igreja escreveu para o editor de um jornal e reclamou que não fazia sentido ir à Igreja todos os domingos.- Eu tenho ido à Igreja por 30 anos - ele escreveu - e durante este tempo eu ouvi uns 3.000 sermões. Mas por minha vida, eu não consigo me lembrar de nenhum deles de maneira clara . E, assim, eu penso que estou perdendo meu tempo e os pastores estão desperdiçando o tempo deles pregando sermões! Esta carta iniciou uma grande controvérsia na coluna Cartas ao Editor, para prazer do Editor e Chefe do jornal. Isto foi por semanas, recebendo e publicando cartas no assunto, até que alguém escreveu este argumento: " Eu estou casado já há 30 anos. Durante este tempo minha esposa deve ter feito umas 32.000 refeições. Mas, em minha vida, eu não consigo me lembrar perfei- tamente do cardápio de quase nenhuma destas 32.000 refeições. Mas de uma coisa eu sei ... Todas elas me nutriram e me deram a força que eu precisava para fazer o meu trabalho. Se a minha esposa não tivesse me dado estas refeições, eu estaria hoje fisicamente morto. Da mesma maneira, se eu não tivesse ido à Igreja para alimentar minha fome espiritual, eu estaria hoje morto espiritualmente. Quando a gente conclui que as pregações na Igreja significam NADA...DEUS CONTINUA ACIMA DE TUDO!!! A fé vê o invisível, acredita no inacreditável, e recebe o impossível! Graças a Deus por nossa nutrição física e espiritual!"

terça-feira, 24 de outubro de 2006

Pense bem sobre isso:

Havia uma garota cega que se odiava pelo fato de ser cega!
Ela também odiava a todos exeto seu namorado!
Um dia ela disse que se pudesse ver o mundo,
ela se casaria com seu namorado.
Em um dia de sorte, alguém doou um par de olhos a ela!
Então seu namorado perguntou a ela:
Agora que você pode ver, você se casará comigo?
A garota estava chocada quando ela viu que seu namorado era cego!
Ela disse: Eu sinto muito,
mas não posso me casar com você porque você é cego!
O namorado afastando-se dela em lágrimas disse:
....." Por favor, apenas cuide bem de meus olhos !!!


Se você ficou chocado com esta história, pense mais um pouco.
O que nós fazemos com Deus que não nos deu somente os olhos, mas sua própria vida?

sexta-feira, 20 de outubro de 2006

O Céu é um lindo lugar...


"Nossa imagem do céu tem sido mais semelhante a um jardim, a um lugar bucólico, longe do barulho e agitação da cidade [...]. No entanto, a cidade é um lugar barulhento, onde o pecado e a arrogância crescem[..]. O céu deveria ser um lugar longe da cidade. No entanto, na visão de João, o céu é a invasão da cidade pela cidade.
Entramos para o céu não fugindo do que não gostamos, mas santificando o lugar onde Deus nos colocou para habitar".

Eugene Peterson

segunda-feira, 9 de outubro de 2006

terça-feira, 12 de setembro de 2006

Parabéns à Igreja Presbiteriana do Brasil



A IPB (Igreja Presbiteriana do Brasil) representada pelo Supremo Concílio, declarou solenemente a incompatibilidade da maçonaria com o Cristianismo. Particularmente, creio que esta decisão implicará no crescimento espiritual desta histórica denominação e acarretará em muitas mudanças para a glória de Deus.




Parabéns aos presbiterianos!






Segue abaixo a resolução tomada no ano corrente (2006):








SC-IPB-2006 Doc. CIV – Quanto aos Docs. 06, 07 e 08 - SUBSTITUTIVO – 06 - Do Presbitério de Montes Claros, solicitando se mantenha a decisão SC-IPB-2002 CXCVIII sobre a maçonaria; 07 – Proposta do Presbitério de S. Vicente para que o Centro Presbiteriano de Pós-graduação Andrew Jumper proceda avaliação e apresente parecer sobre a questão maçônica; 08 – Relatório da Comissão Permanente para estudos da mesma matéria.




Considerando que: 1. não obstante a maçonaria não seja uma religião de direito, conforme a constituição maçônica, é uma religião de fato, segundo dois terços de seus mais ilustres expositores; 2. o Grande Arquiteto do Universo é uma divindade vaga como um rótulo em branco, que você pode preencher com Jeová, Alá, Shiva, etc; e por isso não pode aplicar-se ao Deus Soberano, Triúno e Santo. 3. Jesus, nosso Redentor, não é o mediador segundo a doutrina maçônica, pois todas as orações feitas na loja não são endereçadas a Deus por meio de Jesus. 4. a salvação da maçonaria é obtida pelos odres, uma vez que os maçons são aperfeiçoados pela prática de ensinos filosóficos dessa restrita instituição; assim os maçons são aperfeiçoados pelos seus esforços e entram no céu por serem bons maçons e não mediante a obra redentoras de Cristo; 5. a esperança da vida futura não é baseada na obra expiatória de Cristo, conseqüentemente o maçom entra na bem aventurança eterna, na loja celeste, mesmo sendo um idólatra ou espírita conquanto seja um bom maçom; 6. a unidade cristã é ferida, uma vez que crentes em Cristos entram em profunda comunhão iniciática com aqueles que negam o santo Evangelho de Cristo, contrariando assim o que preceitua a Segunda Epístola aos Coríntios, capítulo 6:14-20; 7 a Bíblia é usada contra a própria Bíblia, nos rituais maçônicos pois não passa de uma mera peça ou símbolo, sem jamais ser considerada como a única regra de fé e prática; exemplo disso é o uso do Salmo 133 para enfatizar a união dos irmãos maçons mesmo quando essa união é feita de crentes, idólatras e até feiticeiros; 8. há ritos iniciáticos que ferem a consciência cristã, quando crentes dizem vir das trevas para a luz, fazendo parâmetros temerários diante daquele a quem chamam “venerável”; 9. a participação dos irmãos em Cristo na Maçonaria tem sido motivo de escândalo e tropeço para muitos neófitos; 10. por amor ao Senhor de Igreja e sua noiva todos os crentes devem renunciar a tudo aquilo que seja estorvo para si e para os outros, uma vez que a base de ética é o amor. O SC-IPB RESOLVE: 1. afirmar a incompatibilidade entre algumas doutrinas maçônicas, como as retromencionadas, com a fé cristã; 2. determinar a não recepção como membros, à comunhão da igreja, de pessoas oriundas de maçonaria sem que antes elas renunciem à confraria; 3. não eleger, nem ordenar ao oficialato de igreja, aqueles que ainda estão interessados na maçonaria; 4. orientar com mansidão e amor aos irmãos maçons a, por amor a Cristo e sua Igreja, deixarem a maçonaria; 5. tratar com o máximo amor e respeito aqueles que ainda estão na maçonaria, para que seu desligamento seja feito com esclarecimento do Espírito, mais do que por coerção ou constrangimento. Sala das Sessões, 21/07/2006.






segunda-feira, 28 de agosto de 2006

Em época de eleições...

Estive pensando sobre qual seria o melhor sistema de governo. E nessas divagações cheguei a uma conclusão. Acredito que a melhor forma de Governo seja a forma Teocrática. Veja bem; seja através de uma democracia, um parlamento, ou um reinado, entendo que uma forma de governo só será realmente boa se estiver de acordo com o maior de todos os governos que é o de Deus. Não estou aqui me referindo a uma volta à Idade Média onde homens "governavam" em nome de Deus, mas falo da aplicabilidade dos princípios divinos nas decisões a serem tomadas. Hoje, não creio que o governo teocrático possa ser implantado, por exemplo, em uma democracia ou no parlamentarismo. Tendo em vista que a multiplicidade administrativa daria maior abrangência a atuação das tendências pecaminosas devido ao grande número de “opiniões”. Por este motivo, creio que o governo ideal e perfeito só se dará pela 2. vinda de Cristo onde o Rei será alguém a aplicar os princípios divinos sem parcialidades ou injustiças. No entanto, não sou fatalista em dizer que devemos então abandonar a preocupação com o governo e ficar só esperando Jesus voltar. Creio que existem homens compromissados com Deus e com vocação política. Creio que estes homens podem até não mudar os destinos da nação tendo em vista a politicagem, mas creio que a presença deles em um Congresso Nacional (ou qualquer esfera governamental) pode contribuir para que o mal não atinja escalas inimagináveis e até então não alcançadas. Jesus sabia que ao alimentar uma multidão com os pães e peixes não iria acabar com a fome em todo o império Romano, mas de uma coisa ele sabia: para aqueles que estavam ao seu alcance, ele pode fazer uma grande diferença.

É o que penso.

Soli Deo Gloria

quarta-feira, 16 de agosto de 2006

Castelo Forte

Ao ligar as rádios evangélicas e ouvir muitos de nossos cânticos, sinto tremendas saudades do tempo em que ainda não havia rádios, mas que a profundidade bíblica das letras atravessava séculos influenciando gerações em adoração a Deus..
Onde estão os Luteros de nossa geração?
Leia. E se souber, cante para a Glória de Deus:

1. Castelo forte é nosso Deus, refúgio e fortaleza.Com Seu poder defende os Seus, e os livra com presteza.Com fúria pertinaz, nos segue Satanás,Com artimanhas tais e astúcias tão cruéisQue iguais não há na Terra.

2. A nossa força nada faz, estamos, sim, perdidos;Mas nosso Deus socorro traz, e somos protegidos.Sabeis quem é Jesus, o que venceu na cruz?Senhor dos altos Céus, e, sendo o próprio Deus,Triunfa na batalha.

3. Se nos quisessem devorar, demônios não contados,Não nos iriam assustar, nem somos derrotados.O grande acusador dos servos do Senhor,Já condenado está; vencido cairáPor uma só palavra.

4. Sim, que a palavra vencerá, sabemos com certeza;E nada nos assustará, com Cristo por defesa.Se temos de deixar parentes, bens e lar,Embora a vida vá, por nós Jesus estáE dar-nos-á Seu reino.

quinta-feira, 10 de agosto de 2006

Outros endereços pessoais

Deixo a vocês outros endereços de minha autoria ou mesmo sites com artigos pessoais publicados.
Agradeço aos leitores pelo carinho e consideração.
Um forte abraço!!!

http://www.rodrigogoncalves.xpg.com.br/
http://www.atosdois.com.br/ (possuo artigos publicados)

orkut: http://www.orkut.com/Scrapbook.aspx?uid=15655592512370128584

quarta-feira, 9 de agosto de 2006

Eu

É Ivan, Deus não criou a vida assim

Abre alas pra minha folia

Já está chegando a hora

Abre alas pra minha bandeira

Já está chegando a hora

Apare teus sonhos que a vida tem dono, ela vem te encontrar

A vida não era assim

Não era assim

Não corra o risco de ficar alegre pra nunca chorar

A gente não era assim

Não era assim

Encosta esta porta que a nossa conversa não pode vazar

A vida não era assim

Não era assim

Bandeira arriada, folia guardada pra não se usar

A festa não era assim

Não era assim

Música: Abre Alas

Ivan Lins

quarta-feira, 2 de agosto de 2006

Iguais (grupo Logos)

Eu sou de Paulo!
E eu de Apolo!
Essa briga tão antiga, continua a se travar...
E a razão... Continua sendo a mesma!!

A inveja vem de dentro pra dizer,
Que o que eu faço e o que eu acho,
É bem melhor, do que o que você pode fazer
Continuo então na mesma!!!

Eu sou de Paulo!
E, eu de Apolo!
Essa coisa de menino tem que um dia acabar,
E a razão... Continua sendo a mesma.

O abandono dessa vida, tão carnal!
E a consciência, de que somos diferentes, mas
Somos todos iguais!!
Somos servos do altíssimo!!

Eu sou de Paulo!
E eu de Apolo!
Não importa qual o nome que você já tem aí...
E a razão... Continua sendo a mesma

Há quem plante e há quem regue nesse chão,
Mas ninguém pode esquecer do dono, dessa plantação...
Nosso Deus é o Senhor!!
Ele dá o crescimento!

Então, dê glórias a Ele!
Então, dê glórias só a ele!
Então, dê glórias a Ele!
Então, dê glórias só a ele!