Mania de Entender

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Pedido de Emprego

Um sujeito vai visitar um amigo deputado e aproveita para lhe pedir um emprego para o seu filho que tinha acabado de completar o supletivo do 1º grau.

- Eu tenho uma vaga de assessor, só que o salário não é muito bom....

- Quanto doutor?

- Pouco mais de 10 mil reais!

- Dez Mil!!!!???? Mas é muito dinheiro para o garoto! Ele não vai saber o que fazer com tudo isso não, doutor!!!! Não tem uma vaguinha mais modesta?

- Só se for para trabalhar na Assembléia. Meio período e eles estão pagando só 7 mil!

- Ainda é muito doutor! Isso vai acabar estrangando o menino!

- Bom, então tenho uma de consultor.Estão pagando 5 mil reais por mês, serve?

- Isso tudo é muito ainda, doutor. O Senhor não tem um emprego que pagasse uns mil e quinhentos ou até dois mil reais???

- Ter até tenho, mas aí é só por concurso e é para quem tem curso superior, pós graduação ou mestrado, bons conhecimentos em informática, domínio da língua portuguesa e conhecimentos gerais.
ALÉM do mais, ele terá que comparecer ao trabalho todos os dias...

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Vivendo com Equilíbrio

“Estes são os provérbios de Salomão, filho de Davi, rei de Israel. Eles ajudarão a experimentar a sabedoria e a disciplina; a compreender as palavras que dão entendimento; a viver com disciplina e sensatez, fazendo o que é justo, direito e correto; ajudarão a dar prudência aos inexperientes e conhecimento e bom senso aos jovens. Se o sábio lhes der ouvidos, aumentará seu conhecimento, e quem tem discernimento obterá orientação para compreender provérbios e parábolas, ditados e enigmas dos sábios. O temor do Senhor é o princípio do conhecimento, mas os insensatos desprezam a sabedoria e a disciplina” – PV 1: 1-7

Pós-graduações, habilidades em informática e cursos de idiomas. Estes são elementos quase indispensáveis neste mundo corporativo e competitivo. Temos que fazer o curso, ver o documentário, analisar os gráficos, fechar o negócio, bater as metas, atentar à contabilidade. Perder tempo é perder dinheiro, dizem alguns, mas interessante é o fato de que ganhar dinheiro não é sinônimo de ganhar tempo. Ninguém quer errar, ninguém quer perder e todos os esforços possíveis são realizados neste sentido. Mas na tentativa de não perder, não são poucos aqueles que acabam perdendo. Perdendo as forças, perdendo a saúde, perdendo o ritmo, perdendo o sentido e também se perdendo.

Em pleno século XXI nunca foi tão necessário o estabelecimento de parâmetros que trouxessem o equilíbrio à vida. Não os parâmetros viciados da pós-modernidade, mas parâmetros centrados em sabedoria que vivifica e revigora.

E foi pensando nestes parâmetros que Salomão iniciou seus registros no milenar livro de provérbios. Uma coletânea de experiências que, em suas próprias palavras, nos “ajudarão a experimentar a sabedoria e a disciplina”.

Mas que coisa maravilhosa a sabedoria! É algo que nos dá equilíbrio, pois nos leva a descobrir o verdadeiro valor das coisas e também das pessoas. Com sabedoria, deixamos de amar as coisas e passamos somente a usá-las. Com a mesma sabedoria, aprendemos a não usar as pessoas, mas apenas a amá-las. Sabedoria é o eixo da vida entrando em normal rotação. Com sabedoria silenciamos nosso ímpeto de falar continuadamente e aprendemos a arte de ouvir. Com sabedoria descobrimos que todas as pessoas têm valor e que por mais simples que sejam, podem nos ensinar a viver. Sabedoria tem muito mais haver com valores do que com diplomas, cursos e desempenho. Sim, a sabedoria é poderosa. Muito mais do que armas de guerra, pois ela é capaz de gerar vida e ao gerá-la nos fazer humanos. Humanos sensatos, justos e prudentes. Humanos disciplinados.

Os provérbios de Salomão nos ajudam a sermos disciplinados e também a descobrimos que a sabedoria tem um preço: o preço da prática. Porque ser sábio não é ver o mundo com outros olhos, é viver a vida com outra vida. É viver sob uma nova perspectiva; onde o senso comum não nos dobra e não nos faz repetidores de formas e conceitos. É ousarmos enxergar e agir, amar e brincar, é praticar, praticar, praticar. A disciplina é o processo que dá origem ao hábito, e o hábito nos ajuda a viver em equilíbrio.

- Mas por onde começar?

Perguntariam, alguns.

- Pelo princípio!

Responderiam os mais hilariantes.

“Sim”, diria Salomão, “pelo princípio da sabedoria: O temor do Senhor!”.

E temer ao Senhor é render o nosso eu, pois é assim que a sabedoria tem seu início. É muito fácil ser sábio aos nossos olhos, mas sem o temor a Deus nós desprezamos suas correções e prosseguimos em nossos erros. Sem os seus valores, nós perdemos o senso de direção e sucumbimos nas estradas dos homens. No dicionário do Sábio, sabedoria começa com “T” de temor. Temer a Deus é conferir-lhe autoridade, é reconhecer-lhe a superioridade. Você deseja ser sábio? Você quer viver em equilíbrio? Tema ao Senhor, pois este é o princípio.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Da (In)tolerância à verdade!


Homossexuais agredidos violentamente. Heterossexuais ideologicamente vetados de manifestar opinião a respeito da homossexualiade. Religiosos que se auto agridem e classes sociais que se mutilam. Seria isso tudo fruto da intolerância radical ou da tolerância absoluta?

A intolerância radical é aquela que não suporta absolutamente nada que divirja dos pressupostos pré-estabelecidos. Ela é ensimesmada e não aberta a negociações de forma alguma. Um intolerante radical está definitivamente fechado a novas idéias, críticas ou ensinos. Não se avalia, não reconsidera, não se recicla. É taxativo e rápido em rotular como preconceituoso, ignorante ou inculto todo aquele que não pensa como ele. A arrogância certamente é sua marca registrada e mesmo quando se cala diante de uma situação, o faz apenas por considerar-se superior e incompreensível aos olhos do outro. Mas uma coisa interessante do intolerante radical é que ele não se enxerga assim. Ele se vê como alguém ponto a ensinar em todo o tempo, sempre disposto a clarear (com a sua luz particular) o caminho dos outros.

Já a tolerância absoluta percorre o caminho inverso. Ela é a mãe de todos os conceitos e atribui a todos o grau de verdade mesmo que sejam totalmente opostos, divergentes e incompatíveis. Um tolerante absoluto não possui parâmetros delineadores e considera todo o comportamento como válido, discursando sempre sobre a influência dos contextos e a liberdade individual. O tolerante absoluto não avalia, pois desconsidera e questiona a validade de qualquer norma. Fluidez intelectual, indiferença e apatia são marcas que configuram sua personalidade.

Levando em conta as perguntas iniciais à luz desta reflexão, penso que, embora em lados opostos da mesma moeda, os dois conceitos configuram as bases do caos em que vivemos. O intolerante, por exemplo, critica, condena, tolhe e agride apontando o "erro" do outro sem ver que está sendo tolerante e condescendente com seu próprio erro. Em suma, ele cobre um erro com outro erro.

Da mesma maneira, o tolerante aceita passivamente a tudo com exceção daqueles que opinam, conceituam, regulam e legislam contra a sua visão de mundo. nesta hora, estes se tornam também intolerantes e irritadiços, atacando com veemência em nome da liberdade.

Percebemos, assim, que todos estão sujeitos ao erro, independente de sua visão de mundo. O Homem se perde em tentar delinear parâmetros éticos e comete com frequência atos de injustiça ou violência em maior ou menor escala. E se nós não conseguimos qualificar comportamentos com isenção e imparcialidade, faz-se necessária uma fonte externa que nos ilumine. Não uma coisa, mas uma pessoa que tenha algo a nos ensinar e que nos aponte o caminho. Sim, esta pessoa existe e esta pessoa é Deus.

Ao contrário dos Homens, a pessoa de Deus não está sujeita a influência da cultura e do tempo, pois ele é acultural e atemporal. Suas orientações estão pautadas em sua essência incorruptível-imutável e delineadas pela conjugação amor-justiça. Sendo assim, o que Ele diz ser certo é certo mesmo que eu não concorde. E o que Ele diz ser errado é errado mesmo que eu não aceite. Se não quero ser enganado, não devo confiar em minha racionalidade fluida e flutuante, mas entregar-me confiantemente àquele que é maior do que eu. Se eu quisesse ganhar na loteria, por exemplo, e alguém tivesse os números certos do futuro sorteio para me fornecer, porque eu apostaria em outros números? É claro que para isso teria de confiar no que me foi oferecido e é aí que mora o problema de muitos. Pois confiar é um ato de fé e a mesma nos desafia. Gostamos de tudo explicadinho, preto no branco, pois queremos estar seguros do que fazer. Gostamos de auto-suficiência. Por ser sabedor disso, creio eu, Deus cria um meio estranho de testar e atestar aqueles que realmente confiam nele. Ele cria um meio improvável, ilógico, absurdo e inacreditável. Ele se faz um de nós, nasce como um bebê, ensina o jeito certo de viver, se deixa morrer como um criminoso e depois - mais uma vez - foge da lógica ao ressuscitar. E é neste desafio que ele vem mexer com nossos conceitos, pois a "Síndrome do Conhecimento Absoluto" nos afasta da cruz. No entanto, Deus não quer que nos aproximemos dele porque entendemos quem ele é, mas porque aceitamos que ele nos aceite mesmo como somos; porque queremos nos relacionar com ele e rendermos nossa (in)tolerância àquele que é a própria verdade: Jesus Cristo!

Credo ut inteligam

(Creio para entender)

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

"Que a força esteja com vocês!"


Nomeei esta postagem com uma frase muito conhecida da série Star Wars ao me lembrar de certos conceitos sobre o Espírito Santo. Alguns grupos religiosos como os Testemunhas de Jeová, sinceramente crêem que o Espírito de Deus é uma mera força impessoal ou "força ativa de Deus". No entanto, o que a Bíblia sagrada nos mostra é justamente o fato de que o Espírito é uma pessoa.

A palavra utilizada para se referir ao Espírito no texto grego é pneuma. Diferente de nosso idioma, o grego possui não só palavras masculinas e femininas, mas também palavras do gênero "neutro" dentre as quais "pneuma" é uma delas. No entanto, é muito curioso percebermos que de uma maneira proposital, todas as referências ao Espírito Santo no Novo Testamento se dá através do pronome masculino (que só é usado para pessoas). O próprio Jesus ao se referir ao Espírito Santo em João 16.13,14 utiliza um pronome masculino (indicando pessoalidade) onde certamente seria utilizado um pronome neutro.

Por enquanto é só -rsrsrs

sábado, 24 de abril de 2010

Aventuras Paternas II: "O controle Remoto"


Enquanto aguardava o filme, minha esposa assistia ao "emocionante" desfile - Miss São Paulo. Sabendo que ainda tínhamos 25 minutos para aguardar, mencionei uma mudança de canal, solicitei o controle remoto e, sem perceber que a filhotinha* assistia atentamente, modifiquei a programação.

De repente, fomos surpreendidos por uma voz estridente de criança que dizia assim:


"Quando eu crescer eu vou ficar bem grande e esse controle remoto vai ser meeeeeeeeeeeuuuuuuuu!!!!".



O que fizemos depois disso?

Ora, muitas gargalhadas em família!!!

Grande abraço!!


* 3 aninhos

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Convite à Revolução!!!!

“Filho meu, se os pecadores te quiserem seduzir, não consintas.” - Pv 1:10

Como é difícil fazer a coisa certa.

Se você encontra pelas ruas um celular de última geração, logo vem a vontade de tirar o chip e ficar com o aparelho. Se “cai” um dinheiro a mais na conta bancária, surge uma voz interior que não para de gritar: “Faça um saque!”. E quando o ar condicionado joga o valor da conta de luz nas alturas, que vontade de fazer um “gato”, ou melhor, “um tigre”.

Por outro lado, falar a verdade é difícil, pagar a multa ao invés de se corromper é difícil e dar lugar no ônibus àquela velhinha após um dia cansativo de trabalho, nem se fala. E como se tudo isso ainda não bastasse, sempre aparece alguém que diz: “O que há de mal? Todo mundo faz, não é?

O grande desafio que temos é o de não consentir que as pessoas agreguem maldade à nossa vida. Não podemos deixar que outros nos tornem uma pessoa pior. O outro que eu conheço muitas vezes é forte porque ataca justamente o meu desejo de aceitação. Ninguém quer ser rejeitado, ninguém quer ser visto com estranheza e por isso muitos sucumbem fazendo até o que não gostariam simplesmente porque estão na presença do outro.

Já o plural (outros) é bem pior. É pior porque assume quase o papel de uma força que não pode ser combatida. Pois, se todos os outros fazem, porque eu não faria? Se os outros fazem e se dão “bem”, porque eu também não faria? Trata-se aí de um desejo de aceitação coletiva, pois a pessoa não quer se sentir alheia ao grupo, à tribo, à raça ou simplesmente aos outros. E é por causa desta filosofia que a humanidade pouco a pouco vai se bestializando, se corrompendo e se auto-mutilando.

Por estas e outras que eu te convido a uma revolução. Uma revolução de comportamento.

Você não é massa de manobra e não precisa ser o eco da sociedade do jeitinho. Seja uma parte que não se conforma ao todo. É preferível andar na contramão do sistema a ser cooperador do mal. Busque o bem dos outros e siga as leis máximas da vida: “Ame a Deus sobre todas as coisas e não faça às pessoas aquilo que você não deseja que elas te façam”.

Certamente seria utopia acreditarmos que alcançaríamos todo o mundo, mas com certeza cada um de nós tem um raio de ação. O bem que fazemos, o exemplo que damos e as palavras que dizemos, podem até não mudar o rumo da humanidade, mas certamente podem fazer melhor o mundo das pessoas com quem convivemos.

Soli Deo Gloria

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Aventuras Paternas - parte 1


Bem, estive pensando que deveria postar algumas das belíssimas experiências de ser pai e achei que seria interessante compartilhar algumas pérolas da minha filhota aí ao lado.

Há algumas semanas atrás saí de casa atrasado, ou melhor, muitíssimo atrasado. Daí percebi que era necessário um pouco mais de peso no acelerador do verdinho (é assim que minha filha chama nosso carrinho) e mandei ver - creio que cortei o Barichello logo de cara e passei o Massa já quase na chegada. Daí, um silêncio mórbido tomava conta do veículo e apesar de eu não ter virado para olhar, creio que a esposa e a filha faziam a mesma oração - rssrsrs.

Bem o fato é que na chegada, após aquele estridente barulho de freio de mão puxado, retiramos ela da cadeirinha e após cambalear duas vezes, soltou a pérola:

"Que passeio incrível, hein???"

"Eu nunca passei por isso em toda a minha vida!!!!"

Nessa hora não aguentamos. Muitos sorrisos, muitas gargalhadas e o alívio em saber que havíamos chegado a tempo.

p.s.Não corri tanto assim não!!!

sábado, 6 de fevereiro de 2010

formspring.me

Perguntas? http://formspring.me/prrodrigorj

formspring.me

e ai Rodrigo, vc tb no Formspring? que legal.P. Qual foi a situação mais difícil no seu Ministério? Graça e Paz!

Olá amigo!

Que bom te "ver"-rs

Bom, creio que a situação mais difícil do meu ministério se deu no intervalo entre ministérios -rs. Eu explico: Estava em mudança de igreja, e neste intervalo, passei uns oito meses pastoreando pessoas sem igreja em meu trabalho secular. Foi um período muito difícil.
Era membro da igreja, mas pastoreava os sem igreja.
Deste período, tive recentemente a notícia de que uma pessoa convertida em nosso trabalho naquela época (2005 - 2006) se mantém firme até hj em uma Assembléia de Deus daqui do município. Só por isso, já valeu a pena.

Abração, amigo!

Ask me anything

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Joy in the School


Material Escolar:
Muitos reais.

Estar presente no primeiro dia de aula da filhotinha:
Não tem preço!!



quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Retrospectiva 2009


"Ensina-nos a contar os nossos dias de tal maneira que alcancemos corações sábios" - Salmo 90:12


O escritor do citado salmo nos conclama a contarmos os nossos dias. Contar os dias é muito mais do que utilizar a matemática na contagem de tempo ou anos vividos, mas é atentar para a importância de cada dia e agradecer ao Senhor por nos sustentar em cada adversidade e nos premiar com momentos memoráveis e dignos de lembrança. Contar os nossos dias não é tarefa fácil, por isso o salmista nos orienta a pedir a Deus que nos ensine.

Normalmente tendenciamos a olhar a nossa história sob lentes que exaltam as alegria e ocultam as tristezas. No entanto, Deus nos ensina a olhar a importância de todos os momentos e especialmente aqueles que nos fizeram pensar e repensar atitudes e palavras; momentos que nos forjaram e produziram maturidade em nós. As cores escuras que também compõem o nosso "tapete existencial" contribuem para a composição final que revela a habilidade do grande artesão que é Deus. Aquele capaz de produzir boas coisas como fruto de momentos onde só enxergávamos lutas. Sim, o que somos hoje é fruto do que aprendemos no passado e nos faz lembrar que para dirigir para a frente precisamos de retrovisores.

O último e não menos importante aspecto deste versículo é o fato dele destacar que a consequência de saber contar os nossos dias é alcançarmos sábios corações. Corações que não só possuem conhecimento, mas que sabem aplicá-lo. Corações que, sendo sábios, reconhecem Deus em seus caminhos e dedica-se a conhecê-lo ainda mais, pois a bíblia revela que "o temor ao Senhor é o princípio da Sabedoria".

Que a cada dia, que a cada novo ano, possamos sinceramente fazer do pedido do salmista o nosso eterno pedido.

Feliz 2010!!

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

O Sentido


Sim, eu tenho tentado...

Tenho tentado ensinar à minha filha o valor do agradecimento,

o valor da gentileza e o valor da família.

Tenho tentado mostrar as belezas naturais que ainda insistem em gritar: "Me apreciem!!"

Tenho tentado ensinar a ela que "Eu te amo!" é algo pra se dizer e viver

e que Deus nos ama, pois a deu para mim e me deu para ela!




Sim, eu tenho tentado...

Tenho tentado mostrar a ela que dia das crianças não se resume em um dia no ano,

que a Páscoa tem sentido

e que o Natal é mais do que uma festa tradicionalmente vazia e comercial.

Tenho tentado mostrar que coleguinhas nos dão a chance de compartilhar,

que a competição não é mais importante do que vencer os próprios limites

e que podemos o melhorar o mundo de quem convive conosco.



Sim, eu tenho tentado...

e me alegro em vê-la observando um presépio.

Observando um menino que encerrava em si a potencialidade da vida e da mudança,

que nos lembra que mesmo sendo pequenos, podemos ser grandes se estivermos onde o Pai deseja.


E como pai eu reconheço minha finitude e minhas limitações, mas eu tenho tentado.

E continuarei tentando pois sei que os obstáculos que o mundo tenta nos impor,

somente existem para serem vencidos,

e que nossas tentativas são válidas e eficazes,

quando nossos olhares estão constantemente voltados para aquele que é o sentido do natal!!


Que Deus me ajude em minhas tentativas!!!





sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Esperança!!

"Aqueles que ouvem a melodia do futuro plantam árvores a cuja sombra nunca se assentarão. Mas não importa. Eles se alegram imaginando que as crianças amarrarão balanços nos seus galhos"
Rubem Alves

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Médicos doentes

"A Polícia Civil de Sergipe investiga uma médica acusada de ter ofendido com palavras racistas um funcionário da empresa aérea Gol, no Aeroporto Santa Maria, em Aracaju. Em um vídeo feito por celular e divulgado pela internet, Ana Flávia Pinto Silva aparece chamando Diego José Gonzaga de 'nego', 'morto de fome' e 'analfabeto', além de humilhar outros funcionários da companhia aérea por ter chegado atrasada para o check-in de um voo para a Argentina, onde passaria lua-de-mel."
"O Boletim de Ocorrência, registrado preliminarmente na Delegacia de Plantão de Aracaju relata que a médica teria invadido o espaço destinado aos funcionários da companhia aérea após ser informada de que não poderia embarcar. Em depoimento à polícia, o supervisor da Gol disse que a médica teria ficado descontrolada e gritado que a viagem para a Argentina seria de lua de mel. Em seguida, ainda de acordo com o depoimento do funcionário da Gol, ela passou a quebrar objetos do balcão da empresa e a jogar papéis no chão. " - Fonte : http://www.snn.com.br/noticia/56344/10/policia-investiga-caso-de-racismo-contra-funcionario-da-gol-no-aeroporto-de-aracaju.html
Creio que este fato já tão divulgado pela mídia veio a cair como uma luva para algo que já estava pensando em postar há algum tempo, pois agora - em 8 de outubro - tive o prazer de completar 8 anos de vida pública. Foi em 2001 que resolvi pleitear uma vaga de nível técnico para o quadro público da Saúde do município no qual resido, e foi neste mesmo ano que fui aprovado e classificado em concurso para a área da qual me identifico: a administração. Durante esse tempo de labor estatutário, trabalhei boa parte do tempo em áreas muito singulares: Na Coordenadoria de Administração da Secretaria de Saúde e no Instituto de Previdência dos Servidores Públicos, tendo somente agora - no corrente ano - a experiência de lidar com médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem em seu ambiente "in natura", ou seja, nas dependências de um referenciado hospital. Já em princípio de conversa gostaria de resumir pra você a minha experiência com uma frase que disse à uma médica local: "Estou profundamente decepcionado com a classe médica".
É claro que não vou aqui cometer o erro das generalidades, pois certa vez alguém muito sábio já disse que "toda a unanimidade é burra", e muito menos pretendo aqui me pronunciar quanto as competências técnicas de cada profissional. No entanto, o que quero destacar é a minha experiência pessoal relacionada ao microuniverso em que me encontro (um único hospital) e expor aos leitores que me acompanham algo que talvez desconheçam.
O fato é que tenho visto em grande escala uma "doença"chamada arrogância, e porque não dizer, uma "epidemia megalomaníaca" entre a esmagadora maioria dos médicos daquele nosocômio. Enfermeiros, técnicos de enfermagem, administrativos e auxiliares de enfermagem são tratados como objetos de segunda classe. Percebo que os médicos se autoprotegem em suas "panelinhas" e tratam qualquer ser externo a elas de uma maneira que seria estranha ao mais excluído pária indiano. Tenho visto que eles não pedem, mas dão ordens. Não falam, mas vociferam contínuas críticas a todos os que não pertencem a sua classe.
Para não correr o risco de ser individualista em minha percepção, fui conversar com os mais diversos funcionários e pude perceber as imensas feridas em suas almas e em suas estimas, causadas por pessoas que se acham semideuses ao cuidar do corpo enquanto destroem as almas daqueles que as cercam. Não foram poucos os relatos de maus tratos, xingamentos e humilhações, e isso me faz pensar que os que cuidam do corpo humano precisam aprender a serem Humanos.
Já um outro aspecto importante a destacar é o corporativismo. Esquemas e mais esquemas são montados para garantir a lei do menor esforço. O chamado Estar Médico é o ambiente preferido daqueles que se revezam em proporções desproporcionais de atendimento (principalmente no período noturno). São poucos trabalhando e muitos dormindo. Nas altas madrugadas, os poucos que estão no turno (pra não enfatizar o singular) atendem lentamente a fim de que o tempo logo passe e que passando, a bola seja logo passada para o próximo colega.
Uma outra coisa interessantíssima que encontrei foi o hábito de transformar funcionários plantonistas em babás. Sim, a imensa maioria não sabe, mas médicos costumam ter sono de urso e não conseguem acordar com despertadores ou celulares. Por este motivo, desenvolvem seu lado lúdico ao desenhar suas caminhas em esquemas detalhados de posicionamento e horários a fm de que a pobre equipe de enfermagem ou os terceirizados os acordem durante as madrugadas. Estes últimos - com receio de quebrar a tradição milenar - se dirigem aos seus quartos e no escuro (não podem acender a luz) identificam o médico da vez para que com voz mansa e suave possam dizem em seus ouvidos: "Ei Doutor, está na hora, tá?". Bem, não preciso nem dizer que já nos primeiros dias não me sujeitei a tal coisa. E sabem o que ouvi?
- "QUEM VOCÊ É AQUI DENTRO?"
- "VOCÊ ESTÁ NO LUGAR ERRADO, HEIN?".
Bem, sinceramente, não sei o que dá a algumas pessoas o direito de se acharem superiores às outras, mas diante destas experiências tenho constatado que a classe médica em sua esmagadora maioria no hospital onde trabalho, encontra-se doente. Não posso falar de outros lugares, pois como disse no início, relato apenas a experiência que tenho vivido.
A grande verdade é que cada vez mais percebo a extrema necessidade de nos achegarmos e atendermos ao chamado de Jesus que nos faz um necessário convite em Mateus 11:29 dizendo: "Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma".
É chegado o tempo de termos humildade para examinar o nosso interior e sinceridade para procurar em Cristo a ajuda que precisamos. Se você que está lendo este post é médico e não se enquadra no que relatei, parabéns a você! Continue sendo exemplo aos outros. Mas se você enxergou suas práticas através dos olhos de quem convive neste ambiente, peça perdão a Deus e aprenda em Jesus como mudar a sua atitude. O principal beneficiado será você.
E para finalizar este post, deixo aqui sábias palavras daqueles que humildemente já conseguiram enxergar a finitude que acompanha toda a nossa raça e a necessidade que temos de nos humanizar a cada dia.
"A medicina é a ciência das verdades transitórias,
pois os conhecimentos mudam constantemente."
José A. Pinotti, deputado e professor emérito da USP e da UNICAMP
"Os alunos [das faculdades de medicina] são cada vez mais técnicos, mais científicos na sua abordagem, em detrimento da relação com o paciente. Cerca de 30% da cura ou do cuidado depende da empatia: eu [médico] dando o meu melhor possível, ele [paciente] acreditando, e nós juntos trabalhando para superar aquela dificuldade e dividindo nossas preocupações. É isso que faz um tratamente efetivo, não é simplesmente dar uma droga. Temos de reumanizar o curso médico. Está muito técnico e isso está influenciando a prática médica."
Bráulio Luna Filho, médico e livre-docente da Universidade Federal de São Paulo.
"É melhor conviver com a doença do que com certos médicos, pois a doença nos lembra da nossa fragilidade enquanto alguns médicos fomentam a nossa hostilidade"
Anônimo
"A medicina vence batalhas, mas não vence a guerra.
Ela não derrota a mortalidade do corpo"
João Pereira Coutinho, jornalista

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

O grito suave de Deus

Certa vez, em visita ao então Papa Paulo VI, Dom Helder o percebeu preocupado e pode ouvir o motivo de sua inquietação. Paulo VI lhe falava sobre sua preocupação com a crescente secularização européia e não sabia se era possível reevangelizar a Europa. E foi diante de uma pergunta sobre o que fazer para mudar este quadro que Dom Helder Câmara respondeu:
"Deixe o Estado do Vaticano e a Catedral de São Pedro. Vá viver como um pobre numa igreja singela, num bairro marginalizado, e a Europa perguntará pelo evangelhos outra vez".*
Bem, não precisa nem dizer que ele não foi ouvido.
Interessante, porém, é que este grito profético ecoa de tempos em tempos aos ouvidos daqueles que se sentam no "trono de Pedro". Francisco de Assis também gritou, no entanto sua voz também não foi ouvida. Outros como John Wicliff também gritaram, mas não só não foram ouvidos como também foram silenciados.
Quando penso na voz do Pai, creio sinceramente que Deus frequentemente "grita" conosco. Grita com voz suave e, acredite, Ele consegue fazer isso pois não há nada impossível para o Senhor. Ele grita porque em muitos momentos de nossas vidas já não conseguimos ouvir sua voz. Grita porque se preocupa e grita porque ama. E se gritos são palavras estridentes, o que não seria então a palavra que rompe as barreiras do conteúdo sonoro e se materiliza, e se encarna? O que não seria a pessoa do próprio Cristo, tendo em vista que ele é a palavra além das palavras? É a palavra que não é só dita, mas vista e sentida. Cristo é o Grito que nos convoca a reaprendermos o significado do que é Ser Humano. E, infelizmente, quando esta voz, esta palavra, este grito não é ouvido; não é sinal de que estamos apenas surdos, mas de que não temos mais ouvidos.
E diante de tudo isso, resta-nos nesta hora darmos ouvidos à nossa voz interior que suavemente grita nos perguntando:
Será que temos ouvido?
Será que temos ouvidos?
Sim, para cada um de nós fica aqui um suave grito:
"Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas"
Que Deus tenha misericórdia de nossa audição espiritual!!
* fonte da citação: Revista Últimato (Maio-Junho 2009) - pág 21

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Chefe é Chefe!!!

No mundo corporativo a existência de chefia é indispensável, porém, muitas vezes não desejável. A responsabilidade de quem chefia aliada a diversas características pessoais, dão a figura do chefe a imagem de alguém que existe para controlar, tirar a liberdade e até muitas vezes oprimir.
E não importa quão bons, opressores, incompetentes ou competentes possam ser, o fato é que sempre haverão aqueles que falarão mal deles pelas costas e os ridicularizarão, assim como aqueles que tentarão de todas as formas passá-los para trás. Mas o que Deus diria àqueles seus servos que são subordinados no mercado de trabalho? Será que o Senhor se importaria com o nosso trabalho a ponto de nos dar um conselho certeiro sobre o assunto? Bem, a Bíblia Sagrada em 1 Timóteo no capítulo 6, versículos 1 e 2, nos orienta quanto a este particular.
Primeiro, levando-se em conta o contexto escravagista daquela época, o apóstolo Paulo destaca a relação do que serve com aquele que detém o poder. Certamente, nenhum escravo gostava de ser escravo, pois a liberdade é algo desejável em si mesma e ser escravo de uma outra pessoa é algo que não faz parte do ideal de vida de ninguém. No entanto, a Palavra de Deus ressalta uma coisa chamada respeito. A despeito de qualquer discordância no campo das idéias, o respeito à autoridade é algo que deve permear a mente de quem é subordinado. E respeito não está ligado à obediência momentânea ou circunstancial, mas sim a um estilo de vida em que respeitamos o ser humano e não compartilhamos de maledicência ou desonestidade. Ser respeitoso não se trata de agir em conformidade somente na presença, mas principalmente de agir com hombridade na ausência. Ser desrespeitoso com àqueles que nos lideram é manchar o nosso testemunho como servos de Deus e provocar um mal juízo sobre o procedimento daqueles que se identificam como tais.
Já um outro aspecto desta relação com a chefia é o daqueles que trabalham para pessoas da mesma fé. Não é incomum encontrarmos aqueles que não aprenderam a fazer distinção entre ambientes e se acham no direito de trabalharem com desleixo ou se permitirem abusos de comportamento dado a crença em comum. No entanto a Bíblia lança sobre estes "irmãos-funcionários" a responsabilidade de se dedicarem ainda mais para não permitirem que o excesso de liberdade se torne uma via de descontentamento, enfraquecimento de relacionamento e posterior demissão.
Lembre-se sempre que o "Temor do Senhor é o princípio da Sabedoria". Aja com sabedoria e certamente no tempo oportuno você colherá os frutos.
Um forte abraço!!

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Desesperados pela vida

Afogamento é algo paradoxal em si mesmo e eu explico.
O afogado é aquele que está desesperado para viver, mas que no seu desespero tende a sufocar e afogar o salva-vidas que o socorre. É alguém que está rodeado de uma realidade que o agonia e que literalmente lhe tira o fôlego, mas é alguém que se debate arriscando a vida do seu próprio salvador. Ao mesmo tempo é alguém que não tem forças em si mesmo para vencer a situação aterradora em que se encontra e que precisa de um auxílio externo que mude a sua sorte.
A vida é algo paradoxal em si mesmo e eu explico.
O Ser Humano é aquele que está desesperado para conhecer a vida quando a vida só lhe apresenta a morte. A morte das instituições, a morte do respeito, a morte dos limites, a morte do planeta. Viver é eguer a mão em meio ao sufoco da busca pela esperança, da busca pelo sentido e da busca pela felicidade. É tentar acertar quando o certo já foi acertado e quando e erro não é mais errado. É mergulhar na amplidão do conhecimento e se afogar na falta de opção. É andar rodeado de gente e estar só em meio a multidão. Sim, a vida que esta vida nos apresenta é um paradoxo; um paradoxo que sufoca e que indiscriminadamente afoga.
E é justamente neste mar de esquecidos que Jesus se arremessa. E enfrentando as ondas bravias ele se lança mesmo sabendo que muitos viveriam o novo momento sem nunca se lembrar do salvador. É em meio ao nosso sufoco que abre os seus braços revelando que nele está a nossa salvação. E como afogados que somos nos debatemos. Queremos subir enquanto o afogamos, queremos ser vistos enquanto ele desaparece embaixo de nossa falsa independência e autosuficiência momentânea. Respiramos por pouco tempo sem nos darmos conta de que sem ele sucumbiremos eternamente em meio as ondas da perdição. Mas ainda assim ele não desiste de nós. Como o maior dos salva-vidas está disposto a morrer pelo que está morrendo. E percebendo nosso desespero, não mede esforços em ser o meio para que alcancemos a vida. É agredido e vitimizado, mas com a sua morte ele cumpre a sua missão. A missão de nos dar a verdadeira vida, não mais na fluidez dos mares, mas firmados na rocha. Em uma nova realidade onde o afogamento existencial já não mais existe.
É somente através da confiança e da rendição que o afogado se permite salvar. Portanto, em meio às ondas bravias que te sufocam eu te convido a confiar em Cristo, a se render em sua presença e a se lançar em seus braços!
"Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto"

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

JB2009 News

Olá amigos!
Pra quem não conhece este a direita na foto é o Pr. Atilano Muradas. Alguém que tive o privilégio de conhecer pessoamente no dia de hoje e que estará abrilhantando o "Juventude Brasileira 2009".
Ao buscá-lo tive a grata satisfação de assistir um belo sarau com o irmão Silvestre Khulmann no Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil (na tijuca/RJ) e finalizar o dia apreciando a 'batucada brasileira' em um show pra lá de vip do cantor Diogo Nogueira na casa do Marinheiro. Pra dizer a verdade pra mim a atração não foi o Diogo, mas sim os seus músicos que realmente mostravam muita perícia naquilo que faziam.
Certamente valeu a pena! Mas uma experiência gratificante como aprendiz de músico que sou.
No retorno, tivemos o prazer orar com o motorista de táxi falando de Cristo para ele.
Agora (uma da manhã) é hora de repor as energias para um dia bastante esperado!
Forte abraço a todos!

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Juventude Brasileira 2009 - Primeiro Dia



O povo brasileiro é um povo muito alegre. Música e dança são apenas algumas das muitas marcas que caracterizam com tamanha força essa nossa cultura, mas certamente a obstinação é uma das características principais. Em meio à problemas, crises financeiras e políticas, o brasileiro costuma reagir com bom humor e seguir em frente mesmo quando não sabe o que vem pela frente. Problemas... Sim, são muitos. Mas como já dizia a propaganda "Sou brasileiro e não desisto nunca!". E é exatamente valorizando aquilo que este povo tem de melhor que os jovens e adolescentes da Igreja Batista Betel em Pilar (Duque de Caxias - RJ) deram início -nesta quarta-feira (dia 09.09.09) - ao "Juventude Brasileira 2009", com o objetivo de exaltar o nome de Deus repensando a liturgia de nossa terra.

Foram momentos muito especiais na presença de Deus. A abertura contou com as artes cênicas nos lembrando que na caminhada com Deus enfrentamos muitas dificuldades mas que somos fortalecidos quando buscamos força em Jesus Cristo. A luta de box encenada ao som da trilha sonora de Rocky Balboa certamente nos arremeteu a certeza de que "Em Cristo, somos mais do que vencedores!" (com o último round vencido pela juventude - é claro).

Na sequência exaltamos ao Senhor na voz do coral que convidava a congregação ao cantar "Venha cantar com a gente um novo canto brasileiro em louvor e adoração ao Senhor que nos criou brasileiros, eu e você, num só coração, adorando juntos em comunhão: Sou brasileiro!!". Com muito ritmo e dança, louvamos ao pai com alegria e singeleza de coração, colocando no altar o nosso melhor e bendizendo ao Senhor com todo o nosso ser.

Já a leitura Bíblica nos alertava que é tempo de nos aprofundarmos na caminhada cristã e não ficarmos apenas nos fundamentos da fé. Não podemos ficar como bebês que não desejam crescer, mas nos lançarmos de forma saudável na caminhada que conduz a maturidade e ao compromisso com o Pai. E na lembrança que esta caminhada é alegre (porque a alegria no Senhor é a nossa força), é que vislumbramos diversas charges no telão revelando em cada um de nós a criança que muitas vezes é sufocada em meio as lutas e crises existenciais. Sim, sorrir não é pecado e Deus certamente sabe disso!!

E foi também nos momentos do canto congregacional que nossos ritmos marcaram forte presença. Com pandeiro, cavaquinho, triângulo e agogô (dentre outros), entoamos alegres canções tendo plena consciëncia de que o ritmo que toca o coração do Senhor não é aquele feito por um ou outro instumento, mas é o ritmo emanado de todos os corações que são sinceros em sua presença.

Com a ministração do pregador, Pr. Walcyr Gonçalves (Segunda Igreja Presbiteriana de Saracuruna), fomos tocados pelo Espírito Santo que com voz suave sacudiu o nosso interior nos lembrando de que não podemos fazer diferença ao redor enquanto a mente de Cristo não fizer diferença em nós. E foram momentos de grande quebrantamento na presença do Senhor.

Logo após entoamos mais canções na presença do Pai e fomos tremendamente abençoados com as palavras de incentivo e oração da parte do pastor Efraim (pastor da igreja local).

E é isso aí. Pra você que foi, ficam aqui um pouco da lembrança. Pra você que não foi, fica aqui o relato e o convite dizendo que ainda tem muita coisa pela frente. Não desanime por ter perdido o início, mas faça um propósito de estar conosco nos outros dias, afinal: "você é brasileiro e não desiste nunca!".

Grande abraço a todos!!

Pr. Rodrigo Gonçalves